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ETANOL: Retomada de crescimento em 2019 pode elevar demanda por combustível

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A esperada retomada do crescimento da economia nacional para 2019 (projeções do Banco Central indicam alta de 2,55% do PIB) pode resultar em aumento de renda das famílias, cenário que tende a aquecer as vendas de carros e, consequentemente, a elevar a demanda por combustíveis, de acordo com informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Com isso, o etanol deve continuar a ter uma participação expressiva nas vendas de combustíveis no País, tanto na forma de hidratado quanto no anidro (vale lembrar que, atualmente, o anidro corresponde a 27,5% da composição da gasolina C). Do lado da oferta, para a safra 2019/20 do Centro-Sul, analistas projetam moagem e volume de Açúcar Total Recuperável (ATR) próximos dos verificados em 2018/19, em andamento. Por outro lado, a alocação da cana para açúcar e etanol deve ser reajustada na safra 2019/20 frente à verificada em 2018/19. Usinas, incentivadas pelas sinalizações de aumento nos preços do açúcar – proje

ETANOL/CEPEA: Demanda por hidratado segue aquecida e preço, em alta

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A procura das distribuidoras por etanol hidratado continua aquecida, segundo pesquisas do Cepea. Grandes volumes foram negociados em toda a região Centro-Sul, especialmente em São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Nesse cenário, o preço do hidratado seguiu em alta na semana passada. O Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi de R$ 1,8515/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins) entre 8 e 12 de janeiro, aumento de 1,94% em relação ao da semana anterior. Quanto ao etanol anidro, também na última semana, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,9476/litro (sem PIS/Cofins), elevação de 1,03%. Fonte: Cepea

Entre produzir açúcar ou etanol, Governo Temer ‘disse’ à indústria o que fazer

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Enquanto o mundo aumenta a produção de açúcar, Brasil coloca foco da cana no etanol Por Giorgio Dal Molin Os principais produtores de açúcar do mundo estão em alta, com uma exceção: o líder mundial, Brasil. O país deve aumentar a produção de 39 milhões de toneladas para 40 milhões. Já o segundo maior produtor, a Índia, deve ampliar de 22 para 27 milhões de toneladas. A União Europeia, de 16,5 para 20 milhões. A estimativa é do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o USDA. Há algumas justificativas para o ‘singelo aumento’ da produção brasileira. A primeira delas é o clima favorável do outro lado do mundo para a produção da cana-de-açúcar. Favorecido pelas chuvas na Ásia, o suprimento global de açúcar deve crescer mais de 13 milhões de toneladas na safra 2017/18, chegando a 185 milhões no total, conforme indica o USDA. Com o maior volume, os preços no mercado internacional caíram. Outra justificativa vem dos automóveis. Segundo dados da União da Indústria de Cana-
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