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Pesquisador apresenta soluções em seminário sobre citricultura em SE

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O pesquisador Hélio Wilson de Carvalho, da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), foi um dos palestrantes do Seminário Estadual sobre Citricultura de Sergipe, realizado pela Secretaria de Estado da Agricultura na terça (21) em Umbaúba, no Sul Sergipano, em parceria com a Prefeitura Municipal. Hélio Wilson, um dos mais atuantes melhoristas de culturas agrícolas para as regiões dos Tabuleiros Costeiros e Agreste nordestinos, apresentou o programa de melhoramento genético de citros da Embrapa para essas áreas. O chefe-geral da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Marcelo Fernandes, integrou a mesa de abertura e traçou um panorama das pesquisas da Embrapa como foco na citricultura. Os pesquisadores Ana Gama e Marcos Silva também participaram do evento. O evento teve a presença de citricultores e prefeitos de vários municípios do Sul Sergipano, representantes do Ministério da Agricultura, instituições de ensino e pesquisa, além de instituições bancárias, para apresentar linhas de financiam

Tecnologias para produção de citros são apresentadas em Capitão Poço (PA)

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Tecnologias da Embrapa para a citricultura serão apresentadas em dois eventos na próxima semana em Capitão Poço (PA). Na terça-feira (30), acontecerá o Dia do Viveirista de Citros, que vai abordar técnicas de produção de mudas cítricas. Já na quarta-feira (31), é a vez do II Citros Tour, evento itinerante que vai percorrer os experimentos da Embrapa com novos porta-enxertos, localizados em duas fazendas daquele município. Capitão Poço e quatro municípios vizinhos são o principal polo produtor de citros da região Norte, com cerca de 4 mil produtores e 16 mil hectares dedicados à cultura. Segundo o pesquisador Fábio Gurgel, da Embrapa Amazônia Oriental, a região é promissora para a expansão dos cultivos. “É um dos raros polos de citros na zona equatorial do mundo livre do ‘greening’ ou ‘amarelão’, doença que atinge plantações de laranja e outros citros e tem causado grande prejuízo no Brasil e exterior”, afirma. Desde 2013, a Embrapa desenvolve pesquisa para avaliar e selecionar porta

CITROS: Chuvas amenizam menor oferta de laranja em SP

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Pesquisadores do Cepea afirmam que as precipitações registradas neste mês têm amenizado o cenário de escassez de laranja no estado de São Paulo. Mesmo que de forma pontual, alguns produtores já têm colhido peras temporãs, no intuito de suprir o baixo volume disponível da fruta e aproveitar os preços firmes. Contudo, conforme colaboradores do Cepea, a procura ainda é baixa, pois compradores evitam adquirir laranjas a preços elevados – optando, em alguns casos, pelas frutas com menor qualidade. Nesta semana (de segunda a quinta-feira), a pera teve média de R$ 32,67/cx de 40,8 kg, na árvore, praticamente estável (-0,7%) em relação à semana passada. As precipitações também têm sido positivas ao desenvolvimento de lima ácida tahiti. Neste cenário, a oferta da variedade já está se elevando no estado de São Paulo, mas apenas para frutas miúdas. Conforme produtores, um maior volume de tahiti graúda deve chegar ao mercado paulista na primeira quinzena de novembro. Na semana, a variedade te

CITROS: Disponibilidade de tardias aumenta em SP

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A oferta de laranjas tardias da safra 18/19 tem aumentado no estado de São Paulo. A valência tem sido comercializada desde meados de agosto e a colheita de natal começou em setembro. Conforme colaboradores do Cepea, a moagem de laranja na indústria segue a pleno vapor. E enquanto o recebimento das precoces está praticamente encerrado, as frutas tardias já vêm sendo absorvidas desde agosto, especialmente devido à baixa disponibilidade da pera neste ano, em decorrência do clima. A expectativa é de que o recebimento das tardias se intensifique nesta segunda quinzena de outubro, com aumento da participação da natal. Os envios à indústria têm sido maiores somente para as frutas no estágio de maturação demandado pelo segmento. Em relação aos preços spot da fruta na indústria, seguem sem alteração. Nas grandes processadoras, as laranjas são negociadas a até R$ 24,00/cx de 40,8 kg, colhida e posta na indústria, tanto para a pera quanto para as tardias.  Fonte: Cepea

Com aumento de 58%, região de Brotas tem maior incidência de greening de SP e MG

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Início das chuvas exige que citricultores intensifiquem controle do inseto transmissor da doença para evitar novas contaminações A região de Brotas tem a maior incidência de greening do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, a principal área produtora de citros do Brasil. De acordo com levantamento feito em 2018 pelo Fundecitrus - Fundo de Defesa da Citricultura, a doença afeta 58,16% das laranjeiras, crescimento de 58% em relação ao ano passado, quando 36,80% das plantas eram sintomáticas – a atual incidência é considerada severa. O greening é a pior doença da citricultura. Ele não tem cura e compromete a produção devido à queda precoce dos frutos, que não se desenvolvem normalmente e ficam com sabor mais ácido. As plantas doentes devem ser erradicadas. O índice de greening em Brotas está também muito acima da incidência média verificada em todo o parque citrícola, que é de 18,15%. O principal motivo para o aumento da doença foi a alta população do psilídeo

CITROS/CEPEA: Com demanda enfraquecida, cotações da laranja recuam

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As chuvas registradas no estado de São Paulo têm impactado a procura por cítricos, cenário que pressiona os valores da laranja, conforme pesquisadores do Cepea. Além disso, a oferta de produto de menor qualidade está elevada. De 15 a 18 de janeiro, a pera teve média de R$ 19,91/cx de 40,8 kg, na árvore, recuo de 1,1% frente à semana anterior. Em relação à lima ácida tahiti, os preços seguem em queda, devido à oferta elevada e ao ritmo fraco de vendas, tanto internas quanto externas. Segundo produtores consultados pelo Cepea, a perspectiva é de que os preços permaneçam nestes patamares ou recuem ainda mais nos próximos dias, fundamentados no aumento gradual da oferta de tahiti graúda no correr deste mês. Na média desta semana (de segunda a quinta-feira), a variedade foi negociada a R$ 17,03/cx de 27 kg, colhida, baixa de 31,4% em relação à semana passada. Fonte: Cepea

Aprenda a controlar pragas que atacam limoeiros

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O inseto adulto raspa a casca dos ramos finos do limoeiro, o que provoca a interrupção no fluxo da seiva e a morte de ponteiros A cochonilha ortézia é uma das pragas mais perigosas para a o cultivo do limoeiro e por isso exige um controle sistemático o que, possivelmente, resulta em custos. Além de ser um sugador, a ortézia ao se alimentar injeta toxinas nas plantas que contribuem para o enfraquecimento da mesma. Ela se prolifera no período mais seco do ano, tornando-se mais prejudicial. A disseminação é feita por meio do vento, por mudas, principalmente ornamentais, que ficam presas às roupas do homem ou a algum material agrícola. O controle pode ser feito com o uso de inseticidas sistêmicos granulados, com a aplicação no solo em volta da planta, em sulcos de 10cm a 15cm de profundidade. Por se tratar de uma praga de difícil erradicação, o produtor deve tomar todos os cuidados necessários para que ela não entre no pomar. As cochonilhas desenvolvem-se nos troncos e nos ramos das planta

CITROS/CEPEA: Disponibilidade de laranja e do suco pode ser limitada em 2018/19

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Após produção elevada em 2017/18, a safra 2018/19 pode ser novamente de oferta controlada no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro. Isso porque, com o clima desfavorável durante o “pegamento” dos chumbinhos da primeira florada (a principal), que dariam origem às frutas da próxima temporada, perdas foram relatadas em três das quatro principais regiões produtoras de citros de SP. O primeiro relatório do USDA referente à próxima safra brasileira de laranja, divulgado em dezembro, indica produção de 320 milhões de caixas de 40,8 kg em 2018/19 em SP e no Triângulo Mineiro, queda de 19% em comparação com 2017/18. Além disso, a recuperação de 93% dos estoques de suco de laranja nas processadoras paulistas em junho de 2018 ainda não sinaliza excesso de oferta de suco. A safra será suficiente apenas para amenizar os estoques bastante baixos de 2016/17. Quanto à lima ácida tahiti, a colheita também deve ser menor em 2018. Segundo colaboradores do Cepea, além da perda de parte das flores (de

Estado de SP é oficializado como área sob Sistema de Mitigação de Risco para o cancro cítrico

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O Estado de São Paulo foi oficializado como área sob Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para o cancro cítrico. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento publicou a Resolução SAA n º 10, que delimita todo o território do Estado de São Paulo como área de controle da praga. Os procedimentos fitossanitários integram o Programa de Modernização e Desburocratização da Agricultura – Agrofácil SP. Os produtores localizados em áreas afetadas pelo cancro cítrico poderão adotar novas estratégias de controle da praga que não sejam exclusivamente a erradicação da planta doente. Poderão ser adotadas medidas para reduzir o potencial de inoculo visando à proteção de áreas ainda sem a ocorrência do cancro cítrico; permitir o trânsito de frutos cítricos oriundos de áreas de ocorrência da praga cancro cítrico; e permitir a exportação de frutos cítricos oriundos de áreas de ocorrência da praga para países que reconheçam o SMR como medida fitossanitária. “Com a adoção desta estrat

Monitoramento de áreas externas contribui para controle do greening em pomares de citricultor de Tambaú

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No início de cada ano, o produtor Frederico Fonseca Lopes redesenha as principais estratégias de combate ao greening (huanglongbing/HLB) que serão adotadas em suas propriedades em Tambaú (SP), com 100 mil pés de laranjas Rubi, Pera e Valência. Citricultor desde 2002, Lopes identificou o primeiro caso da doença em seus pomares em 2004. Desde então, permanece atento ao conhecimento produzido sobre o assunto para manter a incidência de greening controlada e bem abaixo do índice de sua região, 25,43% – o terceiro mais alto do parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais. “O objetivo é aperfeiçoar o controle, adotando novas tecnologias e técnicas de manejo”, diz. Dentre as práticas estabelecidas para 2017, Lopes mais que dobrou o número de armadilhas amarelas instaladas para a captura de psilídeos, incluindo-as também no interior dos talhões; expandiu a área de borda pulverizada semanalmente; e aumentou a frequência do controle químico. No entanto, reconhecendo a influência ext
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