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Sombra artificial em confinamento reduz consumo de água do rebanho

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  A sombra proporciona bem-estar aos animais, produtividade hídrica e impactos positivos na produção - Foto: Juliana Sussai Pesquisas de vários centros da Embrapa têm comprovado que a sombra proporciona, além de bem-estar aos animais, eficiência na produção. O experimento, realizado em São Carlos (SP), na Embrapa Pecuária Sudeste , avaliou o impacto do efeito do sombreamento artificial sobre as características fisiológicas, comportamentais e de desempenho de nelores. Os animais que tiveram acesso à sombra consumiram diariamente, em média, três litros de água a menos que o gado que estava a pleno sol. Outro dado importante da pesquisa foi a produtividade hídrica – 10,37% maior para os nelores que estavam nos ambientes com sombra. Alinhamento aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável As tecnologia dessa pesquisa contribui diretamente para três eixos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável ( ODS ) da Organização das Nações Unidas ( ONU ): 6 - “ Garantir disponibilidade

Artigo - Evaporação de água em pequenas barragens

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Foto: Lineu Neiva Rodrigues Pequenos reservatórios de água ou barragens desempenham um papel fundamental no desenvolvimento agrícola da região do Cerrado brasileiro, contribuindo para garantir a disponibilidade hídrica durante períodos de escassez. No entanto, o impacto causado por essas estruturas no sistema hídrico precisa ser mais bem quantificado e considerado nos planos de recursos hídricos. As implicações de mudanças climáticas no ciclo hidrológico podem tornar necessárias alterações nas atuais políticas de gerenciamento de recursos hídricos. Nesse contexto, merecem atenção especial os pequenos reservatórios de armazenamento de água, que são estruturas importantes para adaptação às mudanças climáticas. Nas últimas décadas, centenas de pequenos reservatórios foram construídos no Cerrado com a finalidade de armazenar água nos períodos de chuva e disponibilizá-la localmente para usos domésticos e agropecuários no período de estiagem. Para regiões como a bacia do Rio

Técnica dos ”qanats” - aquedutos - não é apropriada para a região Nordeste do Brasil

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Esquema de um “qanat”, com vários poços ao longo do percurso (montante para jusante).   A técnica dos qanats foi analisada pelo pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Marco Gomes, para comprovar se poderia ser aproveitada no Nordeste brasileiro. Os qanats são canais ou condutos de água (aquedutos) usados pelos povos antigos, principalmente do Oriente Médio (áreas desérticas), para levar água a lugares mais distantes e secos. Um qanat leva água por ação da gravidade a partir de um poço inicial perfurado em uma área mais elevada e que se conecta com vários poços perfurados e distribuídos ao longo de uma extensa área em declive (atendem assim a população distribuída ao longo do caminho) até chegar ao local ou ponto final desejado, considerado uma espécie de oásis ou alguma área irrigada (veja figura). Apesar de muito antigos, alguns desses canais ainda funcionam na Síria, Iraque, no Território Curdo, Turquia, Arábia Saudita entre outros. Na época (há 3.0

IZ debate Desenvolvimento Rural na Largada Brasileira para o 9º Fórum Mundial da Água

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Os participantes do Consórcio PCJ buscam discutir políticas públicas voltadas à gestão da água.  Com o tema “Desenvolvimento Rural”, o segundo dia da webinar "Largada Brasileira para o 9º Fórum Mundial da Água", que ocorre hoje, 27de agosto, às 14 horas, conta com a participação do pesquisador científico do Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João José Assumpção de Abreu Demarchi, também coordenador da Câmara Técnica de Recursos Naturais dos Comitês PCJ - Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. O Fórum Mundial da Água é a plataforma que catalisa projetos, ações e políticas em prol da recuperação e preservação dos recursos hídricos do mundo todo. Com isso, o Consórcio PCJ está promovendo uma série de encontros com webinars de duas horas de duração por dia, abordando diversos temas para dar início ao debate para o 9º Fórum Mundial da Água previsto para 2021, na cidade de Da

Igam publica portaria de outorga e torna serviço 100% digital

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Minas entrou em uma nova era na gestão de seus recursos hídricos. A partir de agora, toda solicitação, análise e decisão dos processos de outorga de uso da água passa a ser 100% por meio eletrônico. A medida, que passou a valer a partir da publicação da Portaria 48 do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) , no último sábado (5/10), elimina a necessidade de deslocamentos até as Superintendências Regionais de Meio Ambiente (Suprams) e de protocolo de documentação física, tornando o processo mais ágil e eficiente. Com a implementação do sistema on-line para requisição de outorga, todo o processo será realizado por meio do Sistema Eletrônico de Informação (SEI-MG). Os novos formulários, documentos de apoio e demais orientações encontram-se disponíveis no site www.igam.mg.gov.br/outorga e dúvidas podem ser esclarecidas por meio do telefone 155 (LigMinas). A digitalização do processo se soma a outras importantes mudanças também trazidas pela portaria. O novo texto

Serviços ambientais têm destaque na 12ª Semana de Integração Tecnológica (SIT)

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O meio ambiente oferta continuamente aos seres humanos inúmeros serviços indispensáveis, como o fornecimento de alimentos, fibras, água, madeira, animais, a regulação da qualidade do ar, do clima, da estrutura e fertilidade do solo, o controle biológico de pragas e a polinização. São os chamados “serviços ambientais ou ecossistêmicos”. Atualmente, os processos de degradação dos recursos naturais comprometem esses serviços, o que gera impactos, não somente econômicos, mas também à saúde, ao bem-estar humano e ao funcionamento das sociedades. No meio rural, desmatamentos, práticas agropecuárias inadequadas e uso indiscriminado de agroquímicos têm levado à poluição dos solos e das águas e à perda da biodiversidade. Tudo isso compromete a oferta dos serviços ambientais. Mas a agropecuária pode contribuir para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, quando realizada com práticas conservacionistas e manejo adequado. Como os ecossistemas agrícolas cobrem cerca de 40% da superfície da Ter

Conservação do solo e água é tratada em Seminário Microrregional no Alto Uruguai

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O Seminário Microrregional de Solo e Água reuniu mais de 200 pessoas, entre produtores, técnicos da Emater/RS-Ascar, de dez municípios da região do Alto Uruguai, na quinta-feira (22), em Erval Grande. Participaram estudantes da Escola Estadual de Erval Grande e acadêmicos da Universidade Regional Integrada (Uri). Na parte da manhã, a programação aconteceu no salão da comunidade de Linha Ervalzinho. O professor doutor da Universidade Regional Integrada (Uri), Jardes Bragagnolo palestrou sobre o tema conservação de solo e água, na qual abordou várias ações de manejo para evitar a erosão do solo e obter taxas de infiltração de água. Na sequência, houve pronunciamento das autoridades e lideranças. Em todas as falas, foram apontadas necessidade de ações para evitar a erosão do solo e conservação do solo e da água, bem como a importância das orientações com este foco. O vice-prefeito Agustino Sinski deu as boas-vindas a todos, agradeceu a comunidade de Ervalzinho e a família Vaz. O ge

Milheto é eficaz para contornar escassez hídrica

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Nas regiões mais atingidas pela escassez de água, como é o caso do Semiárido, no Nordeste brasileiro, o milheto é uma alternativa animadora para os produtores. Experiências com a cultura realizadas pela Embrapa em diferentes localidades do Semiárido - tanto no Agreste, onde chove mais, quanto no Sertão, onde é mais seco - alcançaram boas produtividades, atingindo cerca de 16 toneladas de matéria seca e de 30 a 40 toneladas de massa verde por hectare. O milheto é tolerante ao déficit hídrico e se adapta bem às altas temperaturas. “Ele tem uma produtividade muito boa em condições extremas e, por isso, se torna estratégico para a região, principalmente para a produção de forragem”, destaca o pesquisador Rafael Dantas, da Embrapa Semiárido (PE). Dantas afirma que, para o Semiárido, onde a água é uma das maiores deficiências, a silagem é a melhor alternativa, pois possui cerca de 70% de água em sua composição, ou seja, em cada quilo de silagem se tem 700g de água

Blairo Maggi defende preservação das margens de rios e nascentes

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, propôs, durante participação no 8º Fórum Mundial da Água, que seja incluído no documento final do encontro um compromisso entre os países participantes para estimular a preservação da vegetação nativa em margens de rios e nascentes. O objetivo é manter a qualidade da água e preservar a biodiversidade do planeta. Maggi falou na manhã desta terça-feira (20), no Painel de Alto Nível “Água para Agricultura e Alimentação” e destacou o forte engajamento dos produtores rurais brasileiros com a agenda de uso racional da água. “O Brasil vem trabalhando muito forte nessa área, na conservação e na preservação da água” disse Maggi em seu discurso. “Acho que os demais países deveriam seguir o exemplo do Brasil na conservação das matas ciliares, das nascentes em propriedades privadas”. A exigência legal faz com que os produtores brasileiros preservem 20% do território nacional, contribuindo para a conservação dos recursos hídricos qu

Embrapa prorroga prazo de inscrições para simpósio sobre água

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As inscrições para o V Simpósio de Produção Animal e Recursos Hídricos (V SPARH) foram prorrogadas até a próxima quinta-feira, 1º de março. O evento, realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste, ocorre nos dias 14 e 15 de março em São Carlos (SP). Durante o simpósio, que acontece a cada dois anos, especialistas do Brasil, Argentina e México vão apresentar experiências em manejo hídrico na agropecuária, reuso de água e efluentes, uso dos resíduos como fertilizante, análise de ciclo de vida e balanço de materiais em produção animal. O objetivo é possibilitar a profissionais e estudantes atualização, vivência de experiências e novos conhecimentos sobre as principais questões produtivas, ambientais, sociais e econômicas relacionadas ao consumo de água na agropecuária. A programação completa, inscrições e mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site do evento ( Acesse aqui ). Serviço V Simpósio de Produção Animal e Recursos Hídricos (V SPARH) Data: 14 e 15 de março de 2018 Local:

Reuso de efluentes melhora eficiência de utilização da água na pecuária

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Por Gisele Rosso O manejo hídrico na pecuária é essencial para reduzir os potenciais impactos negativos na utilização dos recursos hídricos. O reuso é uma alternativa viável e uma forma de melhorar a eficiência da utilização da água, reduzindo a captação de fontes naturais e o gasto com energia elétrica. Para que o aproveitamento seja possível deve-se utilizar tecnologias de tratamento do efluente para garantir segurança sanitária e ambiental dos sistemas de produção e padrões de qualidade de acordo com o uso desejado. Segundo os pesquisadores Airton Kunz, da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC), e Gislaine Fongaro, da Universidade Federal da Fronteira Sul (Erechim-RS), a água de reuso pode ser destinada tanto para fins que exijam elevados padrões de qualidade quanto para usos menos nobres. No caso do potável, menos frequente, o efluente tratado pode ser utilizado para o abastecimento humano e consumo animal. Já para usos como irrigação de culturas agrícolas, fertirrigação, lavagem de

Programa de revitalização do rio São Francisco investiu R$ 3,1 milhões na recuperação da área mineira da bacia em 2017

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A previsão é de que as ações de construção de barraginhas, terraceamento e adequação ambiental de estradas vicinais sejam levadas a mais 48 municípios neste ano Nascentes que voltaram a minar água nos locais onde já havia desaparecido. Produtores com recursos hídricos disponíveis para o próprio consumo e para tocar suas atividades. Esses são alguns dos resultados do programa de Revitalização das Sub-bacias do rio São Francisco. O trabalho é resultado de parceria entre o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Emater-MG , e o Ministério da Integração Nacional, por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do são Francisco e Parnaíba (Codevasf). Em 2017, as ações do programa foram executadas em 22 municípios, envolvendo recursos de aproximadamente R$ 3,1 milhões, nesta terceira fase de execução do programa. Segundo o balanço anual das ações, foram construídas 5,6 mil barraginhas, 290 quilômetros de terraços, além da adequação a
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