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Estudo sobre regeneração de capoeiras embasa política pública no Pará

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O estudo da Rede Amazônia Sustentável que mostra o acúmulo de carbono em florestas em regeneração no Pará é um dos pilares do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), que foi decretado ( decreto n° 941 ) este mês pelo Governo do Estado do Pará. De acordo com o PEAA, o estado deverá zerar suas emissões líquidas de carbono a partir do ano de 2036. Ou seja, ao mesmo tempo em que precisa reduzir o desmatamento ilegal, tem que promover o aumento da regeneração de florestas secundárias (capoeiras) que atuam na absorção do carbono. Para apoiar a política pública, os pesquisadores calcularam o acúmulo de carbono em florestas secundárias (capoeiras) na região de quatro municípios do estado: Marabá, Parauapebas, Bragança e Santarém. “Os resultados mostram que as capoeiras em regeneração apresentam uma boa relação custo-benefício para ações de recuperação ambiental, sendo uma estratégia eficaz para tomadores de decisão”, afirma a cientista. Segundo a pesquisadora Joice Ferreira,

Relatório anual pode mostrar a realidade amazônica para o mundo

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    A elaboração de um plano para a Amazônia e a publicação anual de um relatório com dados ambientais, agrários, agrícolas, de infraestrutura e socioeconômicos foram as ações propostas pelo chefe-geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, para dar transparência às informações sobre a região. As sugestões foram apresentadas na 3ª Videoconferência Amazônia - Ocupação Sustentável, promovida pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), no dia 10 de agosto. Miranda debateu o tema com o ex-ministro da Defesa, e da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, e com o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária (Faea) e do Fundo de Defesa Agropecuária (Fundepec) do estado do Amazonas, Muni Lourenço. O moderador foi o presidente da Academia Nacional de Agricultura (ANA/SNA), Caio Carvalho. (Clique aqui  para assistir) Explicar a Amazônia O relatório proposto por Miranda tem o objetivo de explicar a complexidade da região amazônica, tanto para os brasileiros quanto para

Live debate as oportunidades de uso da ILPF na Região Norte

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  Na próxima quarta-feira (19), a  Rede ILPF , uma parceria público-privada entre a Embrapa e diversas empresas, promove a  live  "Oportunidades de Uso da ILPF na Região Norte". A transmissão será realizada no canal da Embrapa no YouTube, às 19h (horário de Brasília). Os pesquisadores Gladys Martinez (Embrapa Amazônia Oriental) e Vicente Godinho (Embrapa Roondônia), e o gestor de agronegócios da Fazenda Mogiguaçu (Paragominas, PA), Marcus Ubiratan Vieira, vão abordar as opportunidades e os desafios para a ampliação da adoção dos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta na região. A Rede ILPF estima que o Brasil tenha hoje em torno de 15 milhões de hectares de ILPF em uso nas diferentes regiões do país. No Norte, os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta estão em cerca de 1 milhão e meio de hectares. Os sistemas integrados intensificam o uso da terra de forma sustentável, promovem a recuperação e conservação do solo, recuperam e aumentam a produt

Webinar debateu a promoção e o desenvolvimento da cadeia do pinhão

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  Evento iniciou a série de seminários Bioeconomia da Floresta: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento de Cadeias da Sociobidiversidade O seminário virtual “Bioeconomia da Floresta: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da Cadeia do Pinhão na região Sul” aconteceu na tarde desta quinta-feira (13) e foi promovido pelo Serviço Florestal Brasileiro e da Embrapa Florestas. A abertura do evento foi feita pelo secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, pelo diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Valdir Colatto, e pelo chefe-geral da Embrapa Florestas, Erich Schaitza.   O objetivo dos encontros é estimular a atuação dos gestores dos municípios para promoção da bioeconomia da floresta, com o foco no fomento e no desenvolvimento da cadeia do produto nos estados produtores. Na edição de hoje o produto em debate foi a cadeia do pinhão na região Sul. O secretário-executivo, Marcos Montes, d

Ações de monitoramento e controle do percevejo bronzeado devem ser constantes

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Saiba como reconhecer e controlar essa praga do eucalipto   O percevejo bronzeado ( Thaumastocoris peregrinus ) já é uma praga conhecida da maioria de quem cultiva eucalipto. Desde sua introdução no Brasil, em 2008, estudos vêm sendo feitos pela Embrapa Florestas e parceiros para controlar esse inseto, que atua sugando a seiva da planta, causando uma desordem fisiológica. As folhas do eucalipto vão ficando com aspecto bronzeado, secam e, por fim, caem. “Então o dano dele é uma desfolha muito intensa, praticamente na árvore toda, e isso compromete o desenvolvimento das árvores, podendo causar perdas no desenvolvimento, de 15 a 20% no volume de madeira”, explica o pesquisador Leonardo Rodrigues Barbosa, responsável pelos estudos do percevejo bronzeado na Embrapa Florestas.   Para fazer frente a este inseto, um grupo de trabalho, coordenado pelo Protef – Programa de Proteção Florestal do IPEF- Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, composto pela Embrapa Florestas (C

Planejamento para atingir resultados na ILPF

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Na Região Sul a área agricultável é estimada em 45 milhões de hectares. O uso desta área conta com lavouras em 35%, pastagens naturais em 34%, pastagens plantadas em 13%, florestas naturais em 11% e florestas plantadas em 4%. Otimizar o uso da terra exige planejamento capaz de trazer vantagens agronômicas e retorno econômico ao produtor. Esta é a proposta do projeto de Integração Lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que foi tema do terceiro módulo da capacitação Embrapa e Sistema OCB-Sescoop, realizado nos dias 25, 26 e 27 de junho, em Passo Fundo, RS. De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo Renato Fontaneli, a ILPF pode trazer muitas vantagens aos sistemas produtivos da Região Sul (PR, RS e SC), com possibilidade de adequar as tecnologias às diferenças regionais. “Podemos incluir o componente florestal, apenas a pecuária e a produção de grãos, combinar modelos com cultivos de inverno e de verão, em solo arenoso ou encharcado, campo nativo ou pasto cultivado, entre outros. É pr

Produção de madeira no semiárido é apresentada no PecNordeste

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Resultados obtidos em experimento conduzido nos últimos nove anos para seleção de espécies madeireiras no perímetro irrigado do Baixo Acaraú (Marco, CE), foram apresentados durante o Seminário Nordeste - Inovações na Integração Lavoura-Pecuária-Floresta que começou ontem (13) no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O seminário faz parte da programação do XXIII PecNordeste e prossegue até sábado (15) com mesas redondas, workshop e visitas técnicas. O desafio dos pesquisadores era produzir espécies viáveis nas condições da região: solo arenoso e clima quente com ventos que favorecem o tombamento das árvores. Conforme a pesquisadora Diva Correia, da Embrapa Agroindústria Tropical, entre as espécies nativas que se destacaram na pesquisa estão Pau Darco Roxo, Angico, Sobrasil e Marupá. Entre as exóticas, sobressaíram-se a Casuarina, o Chichá e a Acácia Magium. Entre os eucaliptos, apenas um não se desenvolveu bem. A ação, realizada pela Embrapa Agroindústria Tropical e Florestas, con

Pesquisa mostra interferência das árvores na lavoura em sistemas ILPF

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A soja é mais tolerante à sombra das árvores em um sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) do que o milho. Essa é uma das conclusões da avaliação de cinco anos de diferentes configurações de sistemas integrados realizada no maior experimento de ILPF conduzido pela Embrapa, em Sinop (MT). De acordo com resultados publicados por pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril (MT), a lavoura de soja só apresentou redução na produtividade devido à menor incidência de sol a partir do quarto ano de implantação dos sistemas. Já o milho, cultivado em segunda safra, apresentou queda da produtividade desde o terceiro ano agrícola. A pesquisa foi feita em um experimento de 72 hectares, em que sistemas de produção de soja/milho, pecuária de corte e eucalipto são comparados com todas as combinações possíveis de integração: ILP, ILF, IPF e ILPF (com rotação a cada dois anos e com lavoura na safra e pecuária na safrinha todos os anos). As áreas com componente arbóreo são formad

Estudo revela novo perfil da agricultura no nordeste paulista

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Nos últimos 30 anos, pastagens, grãos e citros deixaram de ocupar cerca de 1,5 milhão de hectares nas bacias dos rios Mogi-Guaçu e Pardo, no nordeste do estado de São Paulo. A cana-de-açúcar foi a lavoura que ocupou a maior parte desse espaço, já que ganhou cerca de 1,3 milhão de hectares. Mas outras culturas também conquistaram terreno na região: é o caso das florestas de eucalipto, de seringueiras e lavouras de cafés de alta qualidade. Cresceram, ainda, as áreas de florestas nativas, que hoje ocupam 20% do território – atrás apenas da cana. O novo retrato da agricultura no nordeste paulista e os fatores que motivaram as mudanças estão em um estudo recentemente concluído pela Embrapa Territorial , que comparou imagens de satélite de 125 municípios, em uma área de 52 mil km², de 1988 até 2016. Os pesquisadores também foram a campo para conferir informações e levantar dados socioeconômicos que explicassem as mudanças e revelassem mais do que as imagens. As áreas com culturas anuais

Cultivar frutas é alternativa para manter floresta em pé

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A Amazônia possui notável diversidade de plantas produtoras de frutas comestíveis, entretanto, até então, um reduzido número dessas espécies assumiu posição de destaque na fruticultura nacional ou mesmo na fruticultura regional, destacando-se, atualmente, o açaizeiro (Euterpe edulis), o cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum), o maracujazeiro (Passiflora edulis) e o abacaxizeiro (Ananas comosus). Na região Amazônica, a castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa), o bacuri, (Platonia insignis), muruci (Byrsonima crassifolia) e o taperebá (Spondias mombin), também conhecido como cajá em outros estados, já são frutas com mercados consolidados e no caso da castanha, mercado internacional, mas aproximadamente 95% da produção ainda é oriunda do extrativismo. Para elas, o cultivo em escala comercial, e com isso, o alcance de novos mercados, tem como principal fator limitante o tempo requerido para que entrem em fase de produção, pois apresentam longa fase juvenil especialmente quando propagadas p

Publicação indica passo a passo para explorar árvore nativa em sistemas integrados

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O produtor que pretende implantar um sistema integrado de produção utilizando árvores nativas em sua propriedade tem muitas dúvidas sobre esse processo. Por onde começar? É permitido cortar a árvore depois? Que autorizações são necessárias? Pensando em facilitar a vida desse empreendedor, a Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos, SP) acaba de lançar a publicação “Orientações para plantio, colheita e comercialização de espécies florestais nativas da Mata Atlântica no Estado de São Paulo”. O acesso é gratuito e pode ser feito por aqui . A autora Maria Luiza Franceschi Nicodemo conseguiu reunir nesse guia todas as recomendações de órgãos envolvidos com o controle de árvores nativas. Ela compilou material disponibilizado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), além de manter contato e receber apoio da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo na revisão do trabalho. A pesquisadora conta que as dúvidas sobre plantio, colheita, transporte

Pesquisa mostra que recuperação de floresta degradada gera lucro e preservação ambiental na Amazônia

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Um estudo inédito, fruto de parceria pública-privada entre a Embrapa Amazônia Oriental e o grupo madeireiro Arboris, acompanhou um ciclo alternativo completo de plantio e corte de paricá (Schizolobium parahyba var. amazonicum), uma espécie de árvore nativa da Amazônia, no enriquecimento de clareiras em florestas degradadas e com pouca ou baixa produtividade no Pará. O experimento revela que, com baixo investimento, é possível lucrar com a regeneração da floresta visando ciclos futuros de corte em manejo sustentável madeireiro. Os resultados já validados da pesquisa indicaram ganho econômico 36% maior nas áreas em que foi promovida regeneração comparadas a uma área de recuperação natural após o corte em sistema de manejo. Estima-se que essa metodologia de plantio possa ser aplicada em mais de 19 milhões de hectares de florestas, em diversos níveis de degradação, existentes no estado, resultando em alternativas de desenvolvimento econômico e ambiental para a região. A pesquisa foi conduz

Dez erros para não cometer ao adotar na propriedade a ILPF

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Os sistemas integrados de produção agropecuária, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) trazem benefícios agronômicos, ambientais, sociais e econômicos para os produtores. Entretanto, por serem mais complexos, exigem também maior atenção e mais cuidados. Atualmente, mais de 11,5 milhões de hectares no Brasil já são cultivados com alguma configuração de ILPF. O aumento constante na adoção demonstra um domínio da tecnologia cada vez maior por parte dos produtores. Entretanto, as experiências já existentes mostram alguns erros que podem ser evitados por quem está começando a trabalhar com a integração. Confira abaixo alguns desses erros e veja como fazer para não cometê-los. 1 – Não estudar o mercado anteriormente O ingresso na ILPF, assim como em qualquer atividade produtiva, deve ser feito pautado em estudo prévio de mercado. É preciso saber de antemão se há logística para a chegada de insumos e escoamento da produção, se há fornecimento local de mão-de-obra e de serviços qu
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