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O difícil caminho para importar fertilizante russo

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  Pouco mais de um mês depois do início da guerra na Ucrânia e da divulgação de sanções que amarram o sistema financeiro e outros agentes econômicos da Rússia, importadores de fertilizantes têm conseguido realizar os pagamentos a partir do Brasil, mas o caminho está mais tortuoso. O imbróglio internacional se reflete no fechamento de operações de câmbio, que atualmente estão mais demoradas do que o normal, e também mais caras. Se antes do conflito essas operações custavam perto de zero para um importador de grandes volumes, hoje chegam à faixa entre 0,20% a 0,50% do custo total dessas compras, apurou o Valor. Uma importação de adubos movimenta alguns milhões de dólares. “O custo da operação financeira não escalou como o preço do próprio fertilizante, mas (a variação) dói no bolso”, disse um agente do mercado financeiro. Para se ter ideia dos efeitos da guerra sobre os preços de adubos, a escalada chega perto de 40% sobre a tonelada adquirida no mercado internacional, inf

Fertilizantes: projeto da Embrapa estima economia de US$ 1 bilhão para os produtores

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  A aplicação mais eficiente de fertilizantes pode proporcionar uma economia de até US$ 1 bilhão nos custos diretos para o produtor rural na safra 2022/23, disse o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti. “Vamos buscar aumento de até 10% na eficiência do uso de fertilizantes até o final do plantio desta safra”, afirmou o executivo durante a apresentação técnica e virtual do projeto Caravana Embrapa FertBrasil. Num horizonte maior, a economia pode ser de até US$ 2 bilhões por safra, segundo o pesquisador José Carlos Polidoro, da Embrapa Solos. A Caravana vai visitar cerca de 40 cidades em dez macrorregiões: Mato Grosso do Sul e São Paulo; Rio Grande do Sul e Santa Catarina; Paraná; Minas Gerais; Mato Grosso e Rondônia; Goiás e Distrito Federal; Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia); Amazônia; Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia) e Rio de Janeiro. Boas práticas Segundo Moretti, serão envolvidos no projeto perto de 20.000 pr

Embrapa desenvolve tecnologia para produção de biofertilizantes a partir de algas marinhas

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Um extrato de macroalgas com tecnologia 100% brasileira é uma das novas tecnologias que a Embrapa Agroenergia está desenvolvendo em parceria com a empresa Dimiagro com aporte de recursos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e Sebrae. Todo o extrato de macroalgas usado comercialmente no Brasil é importado de regiões de águas frias, como da Irlanda, ressalta Gregori Vieira, proprietário da Dimiagro. “Já temos comprovado que esse produto proporciona de 10 a 15% a mais de rendimento de lavouras de soja, milho, feijão, banana, uva etc. Então, para não trazermos esse produto de fora do país, nos unimos à Embrapa para produzir uma tecnologia totalmente brasileira”, destaca. Essa é uma solução adicional para aumentar a produtividade na agricultura, salienta o pesquisador da Embrapa Agroenergia responsável pelo projeto, Cesar Miranda. O grupo de pesquisa da Embrapa Agroenergia, com apoio da empresa, está desenvolvendo um processo de obtenção de extratos de alga

Tecnologia pioneira de fertilizante completo foi desenvolvida em laboratório da Embrapa

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Nova fórmula pode reduzir o número de aplicações de fertilizantes, impactando os custos de produção Pesquisa realizada em laboratório da Embrapa desenvolveu tecnologia pioneira no país de fertilizante completo. Trata-se de película formada por micronutrientes, em grande concentração que recobre de forma homogênea grânulos dos macronutrientes nitrogênio, fósforo e potássio, conhecidos pela sigla NPK. Com isso, o agricultor terá um produto completo para aplicar na lavoura com nutrientes balanceados e potencial de aumentar a produtividade e reduzir aplicações de fertilizantes. A inovação é fruto de uma década de estudos desenvolvidos no Laboratório Nacional de Nanotecnologia aplicada ao Agronegócio (LNNA) da Embrapa Instrumentação (SP), que lidera a Rede AgroNano. Da rede participam pesquisadores de universidades de todas as regiões do país e de mais de 50 empresas. A pesquisa envolveu a empresa Produquímica/Compass Minerals, para quem a formulação foi licenciada em 2017. O trabalho envol
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