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Estudo sobre regeneração de capoeiras embasa política pública no Pará

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O estudo da Rede Amazônia Sustentável que mostra o acúmulo de carbono em florestas em regeneração no Pará é um dos pilares do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), que foi decretado ( decreto n° 941 ) este mês pelo Governo do Estado do Pará. De acordo com o PEAA, o estado deverá zerar suas emissões líquidas de carbono a partir do ano de 2036. Ou seja, ao mesmo tempo em que precisa reduzir o desmatamento ilegal, tem que promover o aumento da regeneração de florestas secundárias (capoeiras) que atuam na absorção do carbono. Para apoiar a política pública, os pesquisadores calcularam o acúmulo de carbono em florestas secundárias (capoeiras) na região de quatro municípios do estado: Marabá, Parauapebas, Bragança e Santarém. “Os resultados mostram que as capoeiras em regeneração apresentam uma boa relação custo-benefício para ações de recuperação ambiental, sendo uma estratégia eficaz para tomadores de decisão”, afirma a cientista. Segundo a pesquisadora Joice Ferreira,

Artigo sobre reserva em propriedade rural pode ser regulamentado até fim do ano

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Depois de reunião de representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura com Blairo Maggi, diretor do Ipam disse apostar nessa data para concluir último pleito feito ao ministro Representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura se reuniram nesta quinta-feira (27) com o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para tratar da regulamentação do artigo 41 do Código Florestal Brasileiro, aprovado em 2012. André Guimarães, diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) espera que até o fim deste ano o decreto com a regulamentação do artigo seja publicado. O artigo 41 do Código Florestal estabelece que as reservas florestais e áreas naturais das propriedades rurais possuem valores, sejam eles de biodiversidade, de carbono, ou outros atributos de conservação de água. No entanto, o artigo não determina quem paga, de que forma o produtor poderá ser ressarcido, que tipo de contrato pode ser feito c

Desmatamento no Cerrado diminui, mas perda atinge 51% da região

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Segundo maior bioma natural do país, atrás apenas da Amazônia, o Cerrado apresentou melhoras na taxa de desmatamento nos últimos dois anos. Os dados divulgados hoje (21) pelo Ministério do Meio Ambiente fazem parte de monitoramento feito por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na comparação de 2016 com o ano anterior, a redução foi de 43%. Apesar do recuo, a perda cobertura vegetal na região chega a 51%. A área devastada em 2017 era de 7.408 quilômetros quadrados, um tamanho 38% menor do que o registrada em 2015, quando a extensão era de 11.881 quilômetros quadrados. Ações O ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, atribuiu às práticas associadas ao agronegócio parte da responsabilidade do desmatamento no Cerrado. "Esse desmatamento legal está previsto na lei brasileira e defendemos que seja feito dentro da legalidade", afirmou. Para Duarte, é fundamental intensificar o diálogo com representantes da pecuária e da agricul

Oeste da Bahia preserva mais de 4 milhões de hectares de cerrado

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No Oeste da Bahia, mais da metade da área dos imóveis rurais é destinada à preservação da vegetação nativa local. A região está no bioma Cerrado e corresponde ao BA do Matopiba , acrônico da área de expansão da agricultura no Brasil formada por partes dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A extensão de terras reservadas pelos produtores locais para a preservação foi estimada pela Embrapa Territorial a partir da análise dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a pedido do Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) . Nos 32 municípios avaliados, a mancha verde dos espaços reservados à preservação do Cerrado dentro das propriedades recobre mais de quatro milhões de hectares, o que equivalente a 52% do espaço total dos imóveis. O percentual é 2,5 vezes maior do que o exigido pelo Código Florestal – 20%. A área preservada corresponde a 30% do território do Oeste Baiano e é quase 12 vezes maior do que as unidades de conservação e terras indígenas. “É a região da

Trabalho de recuperação da Caatinga é destaque em telejornal

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Para sobreviver à baixa densidade de chuva, as plantas da Caatinga são adaptadas ao clima da região, utilizando mecanismos naturais como a perda de folhagem no período seco, para evitar a perda de água. Ainda assim, o desmatamento associado à seca dos últimos anos colocaram algumas espécies nativas na lista de ameaçadas de extinção. O alerta foi apresentado em reportagem exibida pela TV Grande Rio, afiliada da Rede Globo em Petrolina-PE, no dia 28 de abril, data em que se comemora o Dia Nacional da Caatinga. Na matéria, foi apresentado um trabalho realizado pela Embrapa Semiárido visando garantir a recuperação e preservação de plantas nativas, a exemplo da umburana de cheiro. No trabalho, que é realizado há 10 anos, as sementes da planta são coletadas na natureza e levadas para laboratório, onde germinam e se desenvolvem em tubos de ensaio, com meios de cultura que simulam o solo. Só depois do enraizamento é que são levadas e implantadas no ambiente natural.

Blairo Maggi defende preservação das margens de rios e nascentes

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, propôs, durante participação no 8º Fórum Mundial da Água, que seja incluído no documento final do encontro um compromisso entre os países participantes para estimular a preservação da vegetação nativa em margens de rios e nascentes. O objetivo é manter a qualidade da água e preservar a biodiversidade do planeta. Maggi falou na manhã desta terça-feira (20), no Painel de Alto Nível “Água para Agricultura e Alimentação” e destacou o forte engajamento dos produtores rurais brasileiros com a agenda de uso racional da água. “O Brasil vem trabalhando muito forte nessa área, na conservação e na preservação da água” disse Maggi em seu discurso. “Acho que os demais países deveriam seguir o exemplo do Brasil na conservação das matas ciliares, das nascentes em propriedades privadas”. A exigência legal faz com que os produtores brasileiros preservem 20% do território nacional, contribuindo para a conservação dos recursos hídricos qu

Número de queimadas no Brasil é o maior desde 1999

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Focos de incêndio no ano passado totalizaram 275.120 mil Em 2017, o número de queimadas no Brasil chegou a 275.120 mil focos. Segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgadas pela Somar Meteorologia, esse é o maior número de focos registrado desde 1999. Na comparação com 2016, as queimadas registradas crescimento de 46%. O Estado do Pará é o que mais teve focos acumulados em 2017, com 65.460 registrados. É seguido pelo Mato Grosso e Maranhão, que tiveram, respectivamente, 44.138 e 34.295 queimadas ao longo do ano. No Pará, o acréscimo foi de 119% em relação aos 29.136 focos registrados em 2016. Ainda conforme o Instituto, o bioma mais afetado foi a Amazônia, que concentrou 132.296 focos de queimadas, cerca de metade do total de 2017. O coordenador do monitoramento de queimadas no INPE, Alberto Setzer, atribui o número do ano passado à estiagem em alguns Estados e à falta de fiscalização que abre espaço para as atividades criminosas. De acordo com a S

Ministério cria grupos de trabalho para controlar desmatamento no setor agropecuário

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) criou nesta terça-feira grupos de trabalho para controle do desmatamento na cadeia produtiva da soja e no setor pecuarista. Os grupos têm o objetivo de propor ações de prevenção e contribuir para a execução dos planos de combate ao desmatamento na Amazônia e no Cerrado. As medidas são necessárias para o cumprimento das metas brasileiras dentro do Acordo de Paris sobre mudança do clima. A estratégia é construir novas bases para acordos setoriais dentro da quarta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) e do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado). Participam do grupo representantes de quatro secretarias do MMA, do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No caso da soja, o Grupo de Trabalho terá reuniões com periodicidade mínima de três meses. As atividades incluirão a construção de acordos setoriais como a
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