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Começou no dia 1 de novembro a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa em Minas Gerais

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Começou no dia 1 de novembro a segunda etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em todo o território mineiro. Deverão ser vacinados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é responsável pelo gerenciamento e fiscalização da campanha junto aos produtores rurais. Nesta etapa, a expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o estado com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o compromisso com o agronegócio de Minas. A campanha vai até 30 de novembro. Para mais segurança e comodidade em razão do enfrentamento da Covid-19, o produtor pode comprovar a vacinação dos animais usando o formato eletrônico de declaração disponível em www.ima.mg.gov.br ou, caso tenha cadastro, acessando o Portal de Serviços do Produtor. Uma outra opção será o envio da declaração para o e-mail da unidade do IMA responsável pela juri

IMA realiza consulta pública sobre a legislação da defesa agropecuária

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IMA realiza consulta pública sobre a legislação da defesa agropecuária O IMA quer ouvir a sua opinião! Produtores rurais, cooperativas, sindicatos, entidades de classe e representantes de agroindústrias podem participar da consulta pública sobre os atos normativos da defesa agropecuária enviando sua contribuição até 26 de novembro. Consulta pública sobre a legislação da defesa agropecuária    O IMA coloca em consulta pública, entre os dias 28 de setembro e 26 de novembro, os atos normativos da defesa agropecuária. Convida produtores rurais, cooperativas, sindicatos, entidades de classe e representantres de agroindústrias a contribuírem para a contrução de uma legislação mais moderna, justa e simples.   Você pode conferir as normas da defesa agropecuária, objetos desta consulta pública, neste link As contribuições devem ser feitas via formulário e os participantes  podem contri

IMA certifica primeira granja de frango caipira

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) certificou recentemente a primeira granja no estado com o selo do Programa Certifica Minas Frango Caipira, ave que faz parte da tradição culinária de Minas, iniciada ainda na época da colonização. O frango caipira é uma ave rústica, de crescimento lento e resistente ao clima tropical. Seu principal diferencial em relação às demais aves é que a criação oferece baixo custo ao produtor, pois ele pode aproveitar a infraestrutura de sua propriedade, adaptando as exigências sanitárias. O IMA é o primeiro órgão de defesa agropecuária do Brasil a fazer essa certificação. A portaria do Instituto que instituiu o programa, de nº 1833, foi publicada em 4 de julho de 2018, com o objetivo de promover a produção segura dessa ave a com a adoção de normas sanitárias. A granja certificada está instalada no município de Lagoa da Prata, região centro-oeste de Minas Gerais, possui dois hectares e investiu perto de R$ 20 mil na adequação das instalações. A prop

Curso do IMA habilitará profissionais para certificarem a sanidade de produtos vegetais

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) realiza de 4 a 7 de junho, em Belo Horizonte, o 87º Curso para Habilitação de Engenheiros Agrônomos, destinado a servidores do próprio IMA e aos profissionais com essa formação que atuam no mercado. O curso habilitará esses profissionais para a emissão do Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC). Esse certificado é um documento obrigatório que atesta a sanidade de determinado produto e é pré-requisito para a emissão da Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), uma guia oficial que permite o trânsito de vegetais entre os municípios mineiros e para outros estados. O CFO certifica o produto vegetal na unidade produtiva (propriedade rural) e o CFOC certifica na unidade de consolidação (beneficiadora, processadora ou embaladora). O engenheiro agrônomo e fiscal agropecuário Leonardo do Carmo, da Gerência de Defesa Vegetal do IMA, informa que o curso vai habilitar profissionais para a emissão

Mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais será apresentado na Expocafé 2018

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Está chegando mais uma edição da Expocafé, evento que acontece todo ano em Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, e é promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) . Mais uma vez a Emater-MG participa da feira, entre 16 e 18 de maio, com diversas atividades e apresentações de novas tecnologias. Nesta edição, um dos destaques será a apresentação do mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais, concluído este ano pelo governo estadual. O mapeamento dos cafezais de Minas Gerais começou em 2016 e terminou em março de 2018. Primeiro foi feito o levantamento da área plantada em 451 municípios produtores de café com o uso de imagens de satélite. Em seguida houve a validação desses dados em campo, trabalho realizado pelos extensionistas da Emater-MG. O mapeamento obteve informações precisas sobre o tamanho e a distribuição geográfica da produção de café no estado. A disponibilização desses dados será por meio do Geoportal do Café. A plataforma reunirá dados soci

Exposição Estadual Agropecuária mostra a força do agronegócio mineiro

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O Governo de Minas Gerais , por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realiza, no período de 22 a 27 de maio, a 58ª Exposição Estadual Agropecuária, no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte. Tradicional no calendário agropecuário do estado e com entrada gratuita, o evento é realizado em parceria com a Faemg e as instituições vinculadas ao sistema operacional da agricultura – Emater-MG , Epamig e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) , órgão responsável pela gerência do Parque da Gameleira e pela operacionalização da exposição. Ao longo de quase 60 edições, a exposição tem cumprido sua função de dar visibilidade a importantes setores do agronegócio mineiro, viabilizando negócios e promovendo oportunidades de reciclagem de conhecimentos. “Essa é uma oportunidade para que todos conheçam a força e a diversidade da produção agropecuária no estado. No ano passado, o PIB do setor no estado alcançou R$192,4 bilhões”, afirma o Secretário int

IMA valida complexo de abatedouro móvel de caprinos

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Nesta semana a Engmaq e Embrapa receberam a notícia que o Instituto Mineiro de Agropecuária - IMA validou oficialmente o Complexo Modular para Abate de Caprinos no Estado de Minas Gerais. Com essa aprovação, o abatedouro móvel está pronto para operação. O complexo de caprinos foi entregue no final do ano passado para a empresa ARG, de Minas Gerais. Representantes da instituição estiveram em visita técnica na Embrapa no mês de dezembro e depois seguiram para a Engmaq para acompanhar o andamento da montagem do complexo, entregue em seguida. Monalisa Leal Pereira (MTb/SC 01139) Embrapa Suínos e Aves [email protected] Telefone: 49 3441.0400

IMA passa a utilizar tecnologia em dispositivo móvel na certificação de granjas de reprodutores de suídeos

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) deu início nesse mês à certificação das Granjas Reprodutoras de Suídeos Certificados (GRSCs) utilizando tecnologia em dispositivo móvel desenvolvida pelo próprio Instituto. Até então o trabalho de campo para essa certificação era feito em formulários impressos. Minas Gerais possui o quarto maior rebanho nacional de suínos, com cerca de 5,1 milhões de animais e o terceiro maior rebanho de matrizes fêmeas em reprodução, com 308.854 animais. Nesse contexto, as GRSCs assumem uma função importante pois são certificadas como livres de peste suína clássica, doença de aujeszk, brucelose, tuberculose, sarna e livre ou controlada para leptospira. Essa condição as coloca no topo da pirâmide sanitária e genética da suinocultura brasileira como fornecedoras de matrizes, reprodutores e material genético de alta qualidade para o mercado. Minas possui 29 dessas granjas que abrigam cerca de 39 mil reprodutores de suídeos certificados. O uso da nova tecnologia

Prazo para registro de granjas avícolas em Minas termina em 3 de março

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Granjas de aves de corte e de postura do estado devem solicitar seu registro até 3 de março junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) . O registro é obrigatório e o prazo para sua conclusão foi estabelecido pela Instrução Normativa nº 8 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no Diário Oficial da União em 3/3/2017. O registro implica na adoção de medidas de biosseguridade pelas granjas e tem o objetivo de proteger estes estabelecimentos contra doenças, principalmente a gripe aviária, que tem dizimado planteis avícolas em todo o mundo mas que ainda não chegou ao Brasil. O diretor-geral do IMA Marcílio de Sousa Magalhães argumenta que “o Brasil é o único país, entre os maiores produtores, que ainda não registrou foco dessa doença que tem sido fatal para economias importantes de países como Estados Unidos e China. É preciso que as granjas mineiras e brasileiras estejam alertas e preparadas para evitar a ocorrência da doença, especialmente devido à i

IMA alerta produtores que não se recadastraram para que regularizarem sua situação perante o órgão

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Criadores que não se recadastraram estão impedidos de vender e transitar com seus animais. Recadastramento é rápido com benefícios para o produtor e para o IMA Produtores rurais que não se recadastraram junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e que, por isso, estão impedidos de transitar com seus animais dentro e fora do estado, ainda poderão procurar o Instituto para regularizar a sua situação. Quem não se recadastrou está impossibilitado de obter a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento oficial emitido pelo IMA e que é pré-requisito para o transporte e venda de animais em todo o território mineiro. O IMA realizou uma campanha para o recadastramento, cujo prazo terminou em 29 de dezembro de 2017. Durante a campanha cerca de 173 mil produtores efetivaram o seu recadastramento, de um total de 340 mil em todo o estado, explica o assessor da diretoria Técnica do IMA, Bruno Rocha de Melo. “Estamos alertando aos produtores que ainda não o fizeram, para que procurem uma unidade d

IMA e PMMG assinam convênio para fortalecer fiscalização nas barreiras sanitárias fixas e em blitz de estradas de Minas

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Termo contribui para a adesão do estado no plano de retirada de vacinação da febre aftosa prevista para 2021 O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) assinaram em 3 de janeiro Termo de Descentralização de Crédito Orçamentário para a convocação de cerca de 100 policiais militares para atuarem nas 16 barreiras sanitárias e em blitz de estradas do estado. As barreiras vistoriam o trânsito de animais e cargas de produtos vegetais e de origem animal, de forma a prevenir a entrada e a disseminação de doenças ou pragas no estado. O acordo, assinado pelo comandante-geral da Polícia Militar Helbert Figueiró de Lourdes e pelo diretor-geral do IMA Marcílio de Sousa Magalhães, tem o objetivo de reforçar a segurança durante ações desenvolvidas pelos servidores do IMA nas barreiras sanitárias, contribuindo para a adesão do estado ao plano de retirada de vacinação de febre aftosa prevista pelo Ministério da Agricultura para o ano de 2021. De acordo com o

Em 29/12/2017 findou-se o prazo para o recadastramento de produtores rurais no estado de Minas Gerais

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O recadastramento é obrigatório em todo o estado. Quem não se recadastrar estará impedido de transitar com seus animais dentro e fora de Minas Gerais Terminou em 29/12/2017 o prazo para se recadastrarem junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) os criadores de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e equídeos. Estes criadores deverão comparecer a uma unidade do IMA e apresentar original e cópia dos documentos pessoais e de comprovante de endereço. O IMA alerta que, o criador que não o fizer estará impedido de transitar com seus animais dentro e fora do estado o que o impedirá, inclusive, de vender animais do seu plantel ou participar de eventos agropecuários. A medida tem o objetivo de regularizar os dados dos criadores junto ao IMA, tendo em vista que muitos produtores deixaram a atividade ou venderam seu rebanho e não comunicaram ao Instituto. Da mesma forma, muitos já faleceram e os familiares não comunicaram esse fato ao IMA. As duas situações contribuem para que o
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