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Equilíbrio no Cavalo Campolina

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Quando admiramos um cavalo em liberdade, correndo, saltando, esbanjando nobreza e elegância, nem sempre imaginamos a relação existente entre os movimentos por ele executados e o equilíbrio necessário para fazê-lo. Decerto cavalos são criados em função do trabalho que produzem, através do movimento. E não será possível realizar trabalho em movimento, se não houver equilíbrio. O mesmo cavalo que podemos imaginar agora, tão elegante em liberdade, poderá ser visto com a mesma desenvoltura montado por um cavaleiro, desde que lhe seja preservado o equilíbrio. E digo isso porque, no momento que montamos um cavalo sobre seu centro de gravidade, nosso peso nele aplicado promove uma sobrecarga naquele ponto, sem, contudo, ser alterado seu equilíbrio. O equilíbrio estático presente no cavalo em estação será rompido, quando solicitamos do cavalo o “romper” para a frente. Deve-se buscar daí o equilíbrio dinâmico, para um deslocamento seguro e pleno. Além do apoio sobre a embocadura, do que fa

Extensão do pescoço no Cavalo Campolina

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A espécie equina é fruto de adaptações naturais, conforme exigências do meio ambiente. Suas características lhe conduzem à fuga, antes mesmo da aproximação do predador. Nada existe nos equinos que seja próprio para ser montado. Sua estrutura e força físicas suportam o peso do cavaleiro, sob condições nada naturais. E para ter melhor condição de trabalho sob a sela, o cavalo precisa se adaptar à uma postura, à qual damos o nome de atitude. Para se conseguir a atitude, algumas etapas de trabalho precisam ser executadas sequencialmente, e uma delas, que vamos falar aqui, é a Extensão do Pescoço. Numa explanação bastante superficial, e com terminologia nem tanto técnica, mas de fácil compreensão, podemos dizer que o cavalo apresenta basicamente três grandes grupos musculares no pescoço, responsáveis pelos movimentos de abaixar e elevar o pescoço, e consequentemente a cabeça, sendo eles os elevadores da base do pescoço, os extensores e os inversores. Naturalmente, o cavalo eleva e mantém e

História do Cavalo Campolina

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Foto: Fazenda do Tanque História da Raça Em 1870, Cassiano Campolina, nascido em 10 de julho de 1836, na cidade de São Brás do Suaçuí, do termo de Entre Rios de Minas/MG, ganhou do Imperador D. Pedro II a égua Medéia. Ela estava prenhe de um garanhão Andaluz e desse acasalamento nasceu Monarca, cavalo que na fazenda do Tanque (, contribuiu decisivamente na formação da raça Campolina. Cassiano (foto) começou seu trabalho, objetivando criar cavalos de grande porte, ágeis, resistentes e de beleza inigualável. Para isso, cruzou e selecionou raças de cavalo tais como, Puro Sangue Inglês, Anglo-Normando e animais de origem Ibérica. Em 1904, após anos trabalhando firme em seu propósito, faleceu Cassiano Campolina em Entre Rios de Minas. Coube a um de seus herdeiros, o Tenente Coronel Joaquim Pacheco de Resende e sua família, cumprir o seu legado, criando, selecionando e aperfeiçoando a raça Campolina. Na década de 30 foi criado o Consórcio Profissional Cooperativo dos Criadores da Raça Campo
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