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Cientista norte-americano comenta evolução do greening na Flórida e dá recomendações aos citricultores brasileiros

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  O cientista e pesquisador Jim Graham testemunhou a recente trajetória do par­que citrícola da Flórida, no sudes­te dos Estados Unidos, do apogeu ao declínio. Sua experiência pode auxiliar o Brasil a combater o greening, especialmente neste momento da citricultura paulista e mineira em que a incidência da doença é a mais alta desde sua identificação no país, em 2004.   De acordo com o cientista norte-americano, a Flóri­da errou ao optar, única e exclusi­vamente, por fazer o controle do psilídeo, inseto que transmite o greening. “Com isso, a doença se disseminou em poucos anos por todos os condados produtores de citros”, explica.  “Atualmente, não há con­trole eficiente do greening que não englobe no pacote de mane­jo a eliminação de árvores conta­minadas”, argumenta Graham. “O controle rigoroso do psilídeo, a detecção precoce de plantas doentes, que depende de inspeções frequentes nos pomares, e a eliminação delas são as únicas estratégias que funcionam”, enfatiza. Desd

Com aumento de 58%, região de Brotas tem maior incidência de greening de SP e MG

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Início das chuvas exige que citricultores intensifiquem controle do inseto transmissor da doença para evitar novas contaminações A região de Brotas tem a maior incidência de greening do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, a principal área produtora de citros do Brasil. De acordo com levantamento feito em 2018 pelo Fundecitrus - Fundo de Defesa da Citricultura, a doença afeta 58,16% das laranjeiras, crescimento de 58% em relação ao ano passado, quando 36,80% das plantas eram sintomáticas – a atual incidência é considerada severa. O greening é a pior doença da citricultura. Ele não tem cura e compromete a produção devido à queda precoce dos frutos, que não se desenvolvem normalmente e ficam com sabor mais ácido. As plantas doentes devem ser erradicadas. O índice de greening em Brotas está também muito acima da incidência média verificada em todo o parque citrícola, que é de 18,15%. O principal motivo para o aumento da doença foi a alta população do psilídeo

Monitoramento de áreas externas contribui para controle do greening em pomares de citricultor de Tambaú

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No início de cada ano, o produtor Frederico Fonseca Lopes redesenha as principais estratégias de combate ao greening (huanglongbing/HLB) que serão adotadas em suas propriedades em Tambaú (SP), com 100 mil pés de laranjas Rubi, Pera e Valência. Citricultor desde 2002, Lopes identificou o primeiro caso da doença em seus pomares em 2004. Desde então, permanece atento ao conhecimento produzido sobre o assunto para manter a incidência de greening controlada e bem abaixo do índice de sua região, 25,43% – o terceiro mais alto do parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais. “O objetivo é aperfeiçoar o controle, adotando novas tecnologias e técnicas de manejo”, diz. Dentre as práticas estabelecidas para 2017, Lopes mais que dobrou o número de armadilhas amarelas instaladas para a captura de psilídeos, incluindo-as também no interior dos talhões; expandiu a área de borda pulverizada semanalmente; e aumentou a frequência do controle químico. No entanto, reconhecendo a influência ext
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