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Acúmulo de carbono no solo e a importância da adoção de práticas de manejo sustentáveis

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Acúmulo de carbono no solo O plantio direto na palha é uma prática agrícola adotada por produtores no Cerrado desde a década de 1980. Sua adoção viabiliza várias safras num mesmo ano agrícola. Além de reduzir a erosão e evitar perdas de solo, o SPD reduz os custos de produção por não necessitar revolver o solo (menor custo energético) e também aumenta o rendimento das operações de semeadura, ampliando a janela de plantio para o produtor. Dada sua importância, o SPD é uma das tecnologias incluídas no Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura ( Plano ABC ). A inclusão teve como objetivo melhorar a qualidade do sistema, uma vez que há a necessidade de uma cobertura permanente do solo, o que não ocorre nos sistemas de cultivo mínimo ou semeadura direta, nos quais, na maioria dos casos, não há revolvimento do solo. Há ainda em todas as regiões do País uma grande área sob preparo convencion

Estoques de carbono no Brasil são identificados através de estudo pioneiro

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De acordo com levantamento do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), o Brasil emitiu, em 2017, um total de três giga toneladas de carbono para a atmosfera.   As emissões de gases que promovem o efeito estufa, no Brasil, atingiram, em 2017, três giga toneladas de carbono emitidos para a atmosfera, registrando o maior aumento desde 2004. As informações foram divulgadas neste mês e fazem parte do último levantamento do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), uma iniciativa do Observatório do Clima. Esses números tendem a aumentar. Diante desse cenário, pela primeira vez, pesquisadores do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), órgão da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em parceria com pesquisadores da Universidade KHT Royal Institute Technology, da Suécia, através do estudo “Who Owns the Brazilian Carbon?”, identificaram onde estão as maiores concentrações
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