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Sorgo de corte e pastejo: forragem e recuperação de pastagens

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Resultado do cruzamento do sorgo Sudão com o sorgo Bicolor, o chamado sorgo de corte e pastejo é uma planta de rápido crescimento, resistente à seca, que apresenta grande rusticidade e pouca exigência quanto à qualidade de solo, além da facilidade de manejo para corte ou pastejo direto, excelente valor nutritivo e alta produção de forragem. Por essas características, pesquisadores da Embrapa recomendam seu uso como opção, nutritiva e de baixo custo, para o fornecimento de forragem fresca para os bovinos. Segundo o pesquisador José Avelino Rodrigues, nas fazendas brasileiras de produção de leite e carne, a oferta de alimentos volumosos de boa qualidade é sazonal, tornando a produção instável. Além disso, é comum produtores adotarem um único sistema de produção de volumoso, que nem sempre é o mais adequado para sua propriedade e, algumas vezes, não apresenta uma relação custo/benefício adequada. Confira o livro Pragas e Doenças de Plantas Forrageiras que aborda como pragas e doenças

Experiência brasileira em pastagem contribui para produção de sementes na África

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Um plano estratégico para multiplicação de sementes de pastagens é o resultado do workshop realizado na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), para um grupo de africanos que está no Brasil. Os 16 representantes de Benin, Burkina Faso, Chade, Mali e Togo são técnicos de instituições de pesquisa agrícola e que buscam dominar a técnica de produção de sementes para ser implementada e multiplicada em seus países para consórcio com a lavoura do algodão. O evento, organizado pela Embrapa e Agência Brasileira de Cooperação (ABC), terminou nesta sexta-feira (15). De acordo com Armando Vieira Filho, da ABC, a transferência de conhecimento técnico e a troca de experiências vão contribuir para o desenvolvimento do setor algodoeiro desses países africanos, além de estimular e aumentar a produção de algodão. Bazoumana Koulibaly, de Burkina Faso, acredita que o acesso às informações técnicas durante o período de capacitação vai permitir empregá-las e multiplicá-las em

Embrapa realiza curso sobre manejo de pastagens irrigadas

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A Embrapa Pecuária Sul realiza, no dia 27 de fevereiro, o curso Manejo para Pastagens Irrigadas: Fundamentos e Práticas. A atividade, que é gratuita e tem vagas limitadas, leva ao público diversas informações que o ajudam a entender como a irrigação pode ser usada de forma eficiente para garantir o bom desenvolvimento das pastagens e, por consequência, dos animais em pastejo. O curso acontece na sede da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, das 8h15min às 17h, e vai abordar, pela manhã, temas como: a contextualização e caracterização da pecuária irrigada; parâmetros ambientais que influenciam na utilização da água; manejo de irrigação: necessidade de água nos diferentes estádios de desenvolvimento; e manejo de pastagens: funcionamento das plantas sob pastejo. À tarde, o curso aborda os fundamentos do manejo de pastagens; a prática de manejo para pastagens irrigadas; o uso da altura como ferramenta de manejo da pastagem; e o manejo da irrigação, com os instrumentos e utilização de equipamento

Resultados de avaliação econômica destacam a importância do planejamento na ILPF

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A avaliação feita em cinco Unidades de Referência Tecnológica e Econômica (URTE) com sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em Mato Grosso evidenciou a importância do bom planejamento para o melhor retorno financeiro para o produtor. Embora os dados confirmem a viabilidade econômica da ILPF em todas elas, a correta definição da configuração do sistema e o estudo prévio de mercado são determinantes para garantir a competitividade. Questões como a escolha da espécie usada na rotação das culturas em um sistema ILP ou da espécie florestal em uma integração com árvores são alguns dos principais erros cometidos e que impactam no resultado final. O analista do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária ( Imea ) Miqueias Michetti explica que isso ocorre por falta de planejamento prévio, no qual se verifica a existência de mercado consumidor para o produto, a viabilidade logística e a previsão de preço para comercialização. Além disso, a definição do espaçamento entre ár

Como a recuperação de pastagens pode ajudar o meio ambiente?

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Estudo do Observatório ABC mostra que recuperar 15 mi de hectares degradados pode reduzir as emissões em 40,2 mi de t de CO² equivalente ao ano A recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas previstas no Plano para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC) para 2020 pode reduzir as emissões em 40,2 milhões de toneladas de CO² equivalente ao ano, mostra estudo do Observatório ABC. Esse número representa de 39% a 48% das metas iniciais do programa para o período de dez anos. “O potencial inicial de redução das emissões foi bem conservador”, diz Angelo Gurgel, coordenador da pesquisa ‘Impactos Econômicos e Ambientais do Plano ABC’. Já a adoção de sistemas integrados em 4 milhões de hectares, outra meta do Plano, reduziria 10,7 milhões de toneladas de CO² equivalente por ano, de 48% a 59% do estimado pelo projeto em seu início. Segundo Celso Manzatto, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) e responsável técnico da
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