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Exportação de pescados dobra no primeiro semestre de 2022

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A exportação de produtos da piscicultura brasileira cresceu 100% nos primeiros seis meses de 2022 em comparação ao mesmo período do ano anterior. É o que mostra Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura , feito pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR). No total, foram US$ 14,3 milhões em vendas externas e 4.931 toneladas. O crescimento, em valor, é resultado da venda de produtos piscícolas de maior valor agregado, como os filés congelados, com alta de mais de 500% em valor e toneladas. De acordo com a Secretaria de Pesca e Aquicultura, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o crescimento exponencial das exportações brasileiras ocorre por diversos fatores, como a desburocratização, a evolução no manejo, a melhoria genética e tecnificação do cultivo de peixes. Assim como a profissionalização da cadeia produtiva e o crescimento de crédito de fomento para atividade. Outro ponto é a realização de açõe

Brasil inicia o maior projeto de pesquisa já elaborado para desenvolver a aquicultura

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Foi iniciado o maior projeto de pesquisa em aquicultura já realizado no País. O BRS Aqua envolve 22 centros de pesquisa, 50 parceiros públicos e 11 empresas privadas – números que ainda devem aumentar ao longo de sua duração. Trata-se de um marco em investimentos no tema, fruto da parceria entre Embrapa , Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ( CNPq ) e a atual Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, ligada à Presidência da República, (SEAP). O projeto é o terceiro maior já financiado pelo BNDES Funtec – linha de crédito não reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação. Serão R$ 45 milhões financiados pelo banco estatal, R$ 6 milhões da Embrapa e R$ 6 milhões da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, totalizando R$ 57 milhões. A meta, ao fim dos quatro anos de duração, é estabelecer a infraestrutura e a pesquisa científica necessári

Ministério da Agricultura suspende exportação de pescado para a União Europeia

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Suspensão das exportações é preventiva e entra em vigor em de janeiro de 2018 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento suspendeu temporariamente a exportação de pescado para a União Europeia. A medida preventiva entra em vigor no dia 3 de janeiro de 2018 e será acompanhada de um plano de ação para responder aos questionamentos apresentados depois da missão de auditoria dos europeus em solo brasileiro, ocorrida em setembro de 2017. A suspensão foi anunciada hoje (26) pela pasta com o objetivo de evitar a possível suspensão unilateral pela União Europeia e ter uma posição mais favorável para retomar as exportações assim que os problemas relatados forem resolvidos. Ao mesmo tempo, o Ministério da Agricultura busca formas de implementar a colaboração com outros órgãos públicos para inspeção sanitária nas embarcações, por exemplo, item bastante criticado pelos europeus. Segundo a pasta, as autoridades sanitárias europeias entendem que os pescados fazem parte de um

Produção de alimentos de pescado pantaneiro favorece cadeia da pesca

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Produtos alternativos oferecem possibilidade de renda no período de defeso A produção de alimentos processados de pescado pantaneiro – nuggets, patês, marinados, defumados, quibes e hambúrgueres de peixe – oferece uma oportunidade para uma melhor estruturação da cadeia de pesca, afirma o chefe-geral e pesquisador da Embrapa Pantanal, Jorge Lara. A unidade de pesquisa pantaneira da Embrapa é uma das instituições que participam do projeto responsável por desenvolver formulações para esses alimentos, executado por meio de uma parceria com o Centro de Pesquisa do Pantanal, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). “Tendo um produto, temos uma oportunidade de organizar a cadeia – particularmente, se o produto tiver demanda. No período de defeso, os pescadores deixam realizar sua atividade por cerca de três, quatro meses em função da própria proteção do ambiente. Se tivermos um produto que possa mantê-los atuando nessa época
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