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Emergência fitossanitária para ações preventivas da monilíase do cacaueiro é prorrogada por um ano

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monilíase do cacaueiro O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quarta-feira (3) a Portaria nº 467 prorrogando, por um ano, o prazo de vigência da emergência fitossanitária relativa ao risco iminente de introdução da praga quarentenária ausente Moniliophthora roreri (Monilíase do Cacaueiro) nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. O estado de emergência fitossanitária para a Moniliophthora roreri está vigente desde o dia 4 de agosto de 2021. A prorrogação visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para as áreas de cultivo de cacau e cupuaçu. Os estados do Amazonas e Rondônia foram incluídos na declaração por serem as unidades da federação que fazem fronteira com o Acre. “Apesar dos focos terem sido controlados, o fungo Moniliophthora roreri produz esporos que podem permanecer viáveis por meses em frutos velhos e até mesmo na superfície das folhas, além disso, sua capacidade de dispersão pelo vento somada à grande quantidade

Política de Inovação vai promover desenvolvimento da cacauicultura brasileira

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  A partir de setembro, entrará em vigor a Portaria Nº 462 , que trata da Política de Inovação da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A política servirá para orientar as ações da Comissão na promoção da inovação por meio da geração de tecnologias, produtos, processos e serviços em benefício da cacauicultura brasileira. O Brasil ocupa hoje o 6º lugar na produção mundial de cacau, segundo a International Cocoa Organization (ICCO). De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, há mais de 93 mil estabelecimentos produtores de cacau no país. Eles estão concentrados na Bahia e no Pará, que juntos representam 96% da produção nacional. O diretor da Ceplac, Waldeck Araújo, explica que a política propiciará a busca por recursos para a pesquisa e inovação do cacau e apresentação de projetos a organismos internacionais. Em 2020, a Ceplac foi reconhecida como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT). Para se tornar uma ICT plena, conforme o diretor, era necessária a publica

Cartilha traz boas práticas para cultivo de cacau no Pará

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  Está disponível no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a Cartilha de Boas Práticas da Agricultura do Cacau no Estado do Pará . Elaborada pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac),com a contribuição de produtores, a cartilha traz de forma clara, concisa e ilustrada a produção do cacaueiro em Sistemas Agroflorestais (SAF). Há também o orçamento para implantação de um hectare de cacaueiros em SAF, as indicações do uso de equipamento de proteção individual e o calendário agrícola para aplicação das práticas agrícolas na cacauicultura, segundo o mês da sua execução e alinhadas com a média mensal de chuvas. “Ao apresentar e disponibilizar a cartilha espera-se que a maior diversidade de pessoas ao acessá-la possa aprender e identificar - além da forma que escolheram para “fazer o cacau” -, os acréscimos tecnológicos disponibilizados pela pesquisa agrícola desenvolvida pela Ceplac em benefício da eficiência econômica na produç

Brasil e Peru trocam experiência em agrosilvicultura de cacau em primeiro intercâmbio

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O Brasil é atualmente o sétimo maior produtor de cacau do mundo, colhendo aproximadamente 200.000 toneladas por ano. Mas na década de 1980, antes que a vassoura-de-bruxa erradicasse 75% das plantas de cacau no estado da Bahia e o preço do mercado global tivesse caído, o Brasil produziu mais de 430.000 toneladas de cacau. Hoje, o Brasil tem aproximadamente 70.000 produtores que cultivam cacau em quase 700.000 hectares. Pelo menos 80% desses agricultores são pequenos ou médios, com menos de 10 hectares em média. A maioria desses agricultores não tem recursos financeiros e apoio técnico para aumentar sua produtividade, especialmente aqueles que produzem cacau cultivado na sombra em florestas naturais. As plantações de cacau que usam técnicas agroflorestais comprovadamente resultam em produtividade aprimorada, cobertura do dossel e saúde do solo. Portanto, um dos desafios do Brasil é envolver e ajudar milhares de pequenos agricultores a acessar a tecnologia e as finanças públicas e priv

Produção de cacau deve dobrar e voltar ao patamar do final da década de 1980

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As 400 mil toneladas produzidas há 40 anos garantiam ao país a liderança do setor Representantes da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) reuniram-se nesta terça-feira (21) com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, para apresentar um plano de crescimento da cultura do cacau no país. De acordo com o documento apresentado ao ministro, em dez anos, a produção de cacau do Brasil, que hoje gira em torno de 180 mil toneladas ano, deve atingir os mesmos patamares do que era produzido no final da década de 1980 pelo estado da Bahia, ou seja, cerca de 400 mil toneladas, quando o país era o maior produtor mundial do produto. Os representantes da entidade pediram apoio para a ampliação da assistência técnica e investimentos para pequenos e médios produtores da região amazônica e de parte do Mato Grosso voltados para o aumento da produção. “Por ser uma planta nativa do bioma amazônico, não há problemas de desmatamento. Além do mais, existe

CACAU-CABRUCA - um modelo sustentável de agricultura tropical

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“Cacau-Cabruca é um sistema ecológico de cultivo agroflorestal. Baseia-se na substituição de estratos florestais por uma cultura de interesse econômico, implantada no sub-bosque de forma descontínua e circundada por vegetação natural, não prejudicando as relações mesológicas com os sistemas remanescentes”. Muitas são as referências feitas à magnitude da floresta tropical sulbaiana, desde o tempo do descobrimento do Brasil, com a carta de Pero Vaz de Caminha, até os nossos dias. Andrade Lima em 1966, numa analogia à floresta amazônica chamou-a de Hiléia Baiana. A sua exuberância é percebida no conjunto, pela estrutura vertical e horizontal, pela presença de espécies amazônicas e atlânticas sul, pela alta biodiversidade lenhosa, pela ocorrência de numerosas espécies endêmicas regionais e restritas, bem como, pela ocorrência de variadas tipologias vegetais. Estudos e levan­tamentos realizados na Região Cacaueira da Bahia dão uma idéia geral sobre sua diversidade, biometria e composição fl
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