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Começou no dia 1 de novembro a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa em Minas Gerais

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Começou no dia 1 de novembro a segunda etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em todo o território mineiro. Deverão ser vacinados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é responsável pelo gerenciamento e fiscalização da campanha junto aos produtores rurais. Nesta etapa, a expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o estado com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o compromisso com o agronegócio de Minas. A campanha vai até 30 de novembro. Para mais segurança e comodidade em razão do enfrentamento da Covid-19, o produtor pode comprovar a vacinação dos animais usando o formato eletrônico de declaração disponível em www.ima.mg.gov.br ou, caso tenha cadastro, acessando o Portal de Serviços do Produtor. Uma outra opção será o envio da declaração para o e-mail da unidade do IMA responsável pela juri

Acre livre de aftosa: Gestão da informação sobre rebanho contribuiu para reconhecimento como área livre da doença

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  No dia 1º de setembro entra em vigor a instrução normativa editada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que reconhece os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e parte dos territórios do Amazonas e Mato Grosso como livres de febre aftosa sem vacinação. No Acre, a parceria entre a Embrapa e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) permitiu organizar as informações sobre o rebanho bovino de 3,4 milhões de cabeças e os dados sistematizados subsidiaram a emissão de relatórios enviados ao Mapa, requisito para o processo. “Foi possível identificar que 95,2% das propriedades rurais do Estado possuem até 500 cabeças de gado. São 22.070 pequenas e médias unidades produtivas que concentram 1,9 milhão de cabeças de gado, quantitativo que representa 56% do rebanho do Acre”, afirma Judson Valentim, pesquisador da Embrapa Acre. O conhecimento detalhado dos dados sobre a evolução e movimentação dos rebanhos pecuários do Acre tam

Manejo adequado na hora da imunização do rebanho é fundamental

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Vacinação de Rebanho Bovino Manejo adequado na hora da imunização do rebanho é fundamental para aproveitar melhor o tempo e evitar perdas financeiras. Começa no início do mês de novembro a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa, quando serão vacinados bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias, na maior parte do País. A expectativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ( Mapa ) é de que mais de 150 milhões de bovinos e bubalinos sejam vacinados nesta etapa. Para que a imunização seja bem sucedida é necessário planejamento prévio para que se aproveite melhor o tempo dedicado ao manejo, consequentemente, evitando perdas financeiras. “A vacinação é um manejo aversivo e ainda encarado de forma negativa, por isso, devemos fazer de maneira racional e com toda certeza de que trará ganhos diretos, diminuição na perda de doses, número menor de agulhas tortas, redução de abscessos, menor índice de acidente de trabalho e com os anim

Como efetuar a escolha da agulha veterinária

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Conheça o produto indispensável para cuidar das cabeças de gado de sua propriedade Se você cria gado, precisa deixar as vacinas dos animais sempre em dia. E aplicar a medicação fica bem mais fácil com a agulha veterinária! Diferente das agulhas comuns, ela é feita de aço inoxidável, não entorta e pode ser usada diversas vezes. Quer saber mais sobre ela? Vem comigo! Tipos de agulha A agulha veterinária pra pecuária pode ser de vários tipos, sabia? Pois é! E as medidas delas são divididas em calibres. Além disso, pra cada uso tem uma própria. Por exemplo, pra vacinas contra febre aftosa, tuberculose, raiva, clostridiose, carbúnculo e endectocidas, que são aplicadas pela via subcutâneas, as medidas mais indicadas são as de 10×15, 15×15 ou 10×18. Já se o gado adoecer e precisar de tratamento com injeção no músculo, as medidas de agulha intramuscular são 30x15, 25x15, 20x20 ou 30x20, bacana né? E se um dos animais tiver com uma doença que exige medicação na veia, a cha

Vacine corretamente e garanta a saúde do seu rebanho

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O manejo sanitário dos bovinos de corte exerce importância fundamental na condução dos sistemas de produção, impedindo que as enfermidades se disseminem dentro do rebanho causando prejuízos econômicos ao sistema. Compreende medidas profiláticas (vacinas, vermífugos etc.) e o controle de doenças (utilização de medicamentos no controle das mesmas).   As vacinas, como a tecnologia mais eficiente para a prevenção e controle de determinadas doenças, são antígenos de várias categorias, capazes de estimular, no organismo que os recebe, um estado de resistência parcial ou total, contra uma determinada infecção.   Alguns fatores devem ser observados para que a eficiência de imunização das vacinas não seja prejudicada. Esses fatores que podem interferir estão diretamente relacionados com o transporte, conservação, manuseio das vacinas e execução da vacinação, após a aquisição das mesmas no comércio especializado.   Algumas práticas devem ser adotadas e obedecidas para viabilizar a proteção ide

Execução do programa de prevenção da aftosa está em dia e PR deve suspender vacina

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Guilherme Marques durante a reunião de balanço do PNEFA Balanço foi feito nesta semana em Brasília. Retirada da campanha no estado deverá acontecer junto com Acre, Rondônia, parte do Amazonas e de Mato Grosso O Paraná deve antecipar de 2021 para maio do ano que vem a retirada da vacinação contra a febre aftosa, se resolver pequenas inconformidades verificadas, como a necessidade de melhorias em postos fiscais. O diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA)do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques disse o ministério enviará ainda neste mês o relatório das inconformidades encontradas em duas auditorias realizadas ao longo deste ano a autoridades sanitárias do estado, que deverão quando resolverão pendências. Caso, o ministério aceite as correções providenciadas, o estado será autorizado a começar a retirada da vacinação, em sete meses, juntamente com o Acre, Rondônia, parte do Amazonas e de Mato Grosso, estados que fazem parte do chamado bloco

Acre e Rondônia devem vacinar contra aftosa pela última vez no ano que vem

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  Campanha deve ocorrer em maio, como prevê o Plano Nacional de Erradicação da doença, que completou um ano e será avaliado agora em outubro   Os resultados do primeiro ano de execução do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) serão discutidos entre os dias 1º e 5 de outubro, por integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), de serviços veterinários oficiais (SVO), das Superintendências da Agricultura (SFA) e dos quatro laboratórios oficiais (Lanagros), que fazem a sorologia da aftosa. As reuniões serão realizadas na Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), em Brasília. O PNEFA completou um ano no último dia 20. Na avaliação do departamento, o plano está dentro do cronograma previsto e não teve qualquer alteração. Com isso, os estados do Acre e de Rondônia, deverão ser os primeiros a fazer a última campanha de vacinação contra a aftosa em maio do próximo an

Vacinação de bovinos e búfalos contra a febre aftosa começa dia 1º de maio

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Aplicação permanece obrigatória e deverá imunizar 23,6 milhões de animais no estado Começa na próxima terça-feira, 1º de maio, a primeira etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em Minas Gerais. Produtores rurais terão até 31 de maio para vacinar bovinos e bubalinos, independentemente da idade. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) , vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) é o órgão responsável pela gestão da campanha de vacinação em Minas Gerais e estima que deverão ser vacinados cerca de 23,6 milhões de animais. A vacinação do rebanho permanece obrigatória e é a principal forma de se prevenir contra a doença. O produtor que não vacinar os animais estará sujeito a multa de 25 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) por animal, o equivalente a R$ 81,25 por cabeça. O mês de maio traz uma boa notícia para os pecuaristas de todo o país. Naquele mês, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) irá certificar como área livre d

Ano inicia com expectativa do reconhecimento pela OIE de país livre de aftosa com vacinação

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Anúncio está previsto para maio, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal Em maio deste ano, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Paris, a entidade deverá anunciar o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A certificação oficial pela OIE de que todo o território nacional é livre da doença com vacinação, deve contribuir para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes brasileiras. No último ano, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou um comitê para preparar ações voltadas para o alcance desse objetivo. O comitê organizador foi criado por meio de portaria do ministro Blairo Maggi, publicada na edição de 12 de maio no Diário Oficial da União. O reconhecimento pela OIE deverá consolidar o processo de reconhecimento feito pelo Mapa. No início de dezembro, quando foram declaradas novas zonas livres da febre aftosa com vacinação no Amapá, Roraima, em grande parte do Amazonas e em ár
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