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Artigo - Biocombustíveis convencionais sustentáveis

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  Marcelo A. Boechat Morandi * A descarbonização do setor de transportes é desafiadora. Na maior parte dos países, a redução das emissões no setor elétrico não tem sido acompanhada pelo setor de transportes. Nesse contexto, é importante promover concomitantemente soluções complementares de curto, médio e longo prazos. Biocombustíveis convencionais sustentáveis são uma das poucas opções para promover significativa mudança no padrão de emissões da frota existente, com a mesma estrutura disponível para os combustíveis fósseis. A experiência brasileira com o etanol de cana-de-açúcar serve de exemplo. A produção de cana-de-açúcar para fins sucroenergético no Brasil (2018-19) foi de 620,44 Mt, em 8,59 Mha ( Conab, 2019 ). A produção de etanol foi de 33,14 bilhões de litros, sendo 9,56 bilhões em etanol anidro (utilizado na mistura com a gasolina, na proporção de 27%) e 23,58 bilhões em etanol hidratado. Estudos demonstram baixa associação da expansão da cana-de-açúcar ao desm

Produção de etanol abre novas oportunidades para os cultivos de inverno

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A produção de etanol a partir de cereais pode se tornar mais uma alternativa para a liquidez dos cultivos de inverno no Rio Grande do Sul. É o que apontam os estudos da Embrapa Trigo, que participa do Grupo de Trabalho Proetanol/RS, criado com o objetivo de expandir a produção de biocombustíveis no estado. O consumo de álcool combustível, conhecido como etanol, ganhou força em 2003, com a chegada dos motores flex ao Brasil e os incentivos do governo para expandir o mercado de biocombustíveis. Com a base da produção na cana de açúcar, o Brasil ocupa o segundo lugar na produção mundial, ainda que o etanol represente apenas 30% do mercado brasileiro de combustíveis. A estagnação no consumo, segundo especialistas, está no preço do etanol, com valor pouco abaixo da gasolina na maioria das vezes, mas com consumo maior pelos veículos – o rendimento do etanol é cerca de 25 a 30% menor do que a gasolina. Várias regiões brasileiras ainda não se converteram em grandes consumidores de etanol p

Conheça o RenovaDrops: série de vídeos que vai explicar de forma simples o RenovaBio

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A Embrapa, Agroicone e Fundação Espaço ECO, em parceria, criaram a websérie RenovaDrops visando compartilhar conhecimento sobre o RenovaBio, o programa brasileiro de biocombustíveis, e também esclarecer dúvidas sobre a RenovaCalc, a ferramenta oficial do Programa para a comprovação do desempenho ambiental da produção de biocombustíveis pelas usinas. Serão 4 vídeos com a participação dos especialistas responsáveis pela elaboração da RenovaCalc, com o objetivo de promover o diálogo qualificado com os atores da cadeia e esclarecer a sociedade em geral acerca do programa brasileiro de biocombustíveis e sobre como o RenovaBio pode ajudar o Brasil na redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) que causam aquecimento global. Assista o teaser, clicando aqui . No Acordo de Paris, em 2015, momento em que 195 países pactuaram a responsabilidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), visando estabelecer o índice abaixo de 2ºC em relação aos níveis pré-industriais, o Br

Conab divulga pela primeira vez dados sobre a produção de etanol de milho

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Ouça o áudio abaixo: Seu navegador não suporta o elemento audio Cada vez mais relevante no cenário nacional, o milho já é responsável pela produção de cerca de 1,4 bilhão de litros do etanol total produzido no país, somando-se anidro e hidratado. Os dados foram coletados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e divulgados nesta terça-feira (7) junto com o 1º Levantamento da Safra 2019/2020 de cana-de-açúcar, que traz também dados do etanol da cana, além da produção do açúcar no país. Segundo o estudo, o estado que mais produz etanol de milho é Mato Grosso, seguido por Goiás e Paraná. “Existe a perspectiva de surgirem novas unidades de produção, porque outros estados já estão investindo para iniciar sua produção nos próximos anos”, afirma o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Guilherme Bastos. “Entre as vantagens do milho em relação à cana, está o fato do Brasil ser um dos maiores produtores do grão. E vale lembrar que o produto final é o mesmo”.
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