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Questionário Embrapa/Cepea vai avaliar impactos da pandemia sobre o mercado de raiz de mandioca

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Segue até 3 de julho uma pesquisa on-line para avaliar e analisar a situação atual do mercado brasileiro de raiz, fécula, farinha e mandioca de mesa e quais as perspectivas determinadas pela pandemia do novo coronavírus. A iniciativa é da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada ( Cepea ) da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP). Embrapa Mandioca Fruticultura e Cepea são parceiros há 18 anos e esta é a segunda etapa do trabalho conjunto em relação à pandemia — a primeira produziu o relatório “Especial Coronavírus e o Agronegócio – Efeitos da covid-19 na cadeia produtiva da mandioca”, publicado em abril passado. “Todas as cadeias produtivas estão sendo impactadas pelo novo coronavírus. Entender e avaliar esses impactos pode ser uma importante arma para mitigar os efe

ETANOL: Retomada de crescimento em 2019 pode elevar demanda por combustível

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A esperada retomada do crescimento da economia nacional para 2019 (projeções do Banco Central indicam alta de 2,55% do PIB) pode resultar em aumento de renda das famílias, cenário que tende a aquecer as vendas de carros e, consequentemente, a elevar a demanda por combustíveis, de acordo com informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Com isso, o etanol deve continuar a ter uma participação expressiva nas vendas de combustíveis no País, tanto na forma de hidratado quanto no anidro (vale lembrar que, atualmente, o anidro corresponde a 27,5% da composição da gasolina C). Do lado da oferta, para a safra 2019/20 do Centro-Sul, analistas projetam moagem e volume de Açúcar Total Recuperável (ATR) próximos dos verificados em 2018/19, em andamento. Por outro lado, a alocação da cana para açúcar e etanol deve ser reajustada na safra 2019/20 frente à verificada em 2018/19. Usinas, incentivadas pelas sinalizações de aumento nos preços do açúcar – proje

CAFÉ: Produção elevada em 2019/20 pode manter preço em menor patamar

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Após registrar produção recorde na temporada 2018/19, o Brasil deve colher uma boa safra em 2019/20, conforme indicam pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Apesar da bienalidade negativa em grande parte dos cafezais de arábica nesta temporada, o clima tem favorecido o desenvolvimento das lavouras, o que pode elevar a produtividade dos cafezais. Nesse cenário, os preços interno e externo do arábica podem seguir em patamares inferiores aos observados em outros anos de bienalidade negativa. Além do contexto positivo para o arábica, a produção de robusta também deve ser elevada em 2019/20. As chuvas volumosas a partir de agosto de 2018 favoreceram a recuperação dos cafezais após a colheita e também as floradas e o pegamento dos chumbinhos – que foram considerados excelentes. Algumas lavouras das regiões do Espírito Santo e de Rondônia, inclusive, já estavam na fase de enchimento de grãos em dezembro. Assim, muitos agentes esperam produç

AÇÚCAR: Além de estoque e consumo, em 2019, preços estarão à mercê do petróleo

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O mercado vem trabalhando com perspectiva de recuperação pouco acentuada dos preços internacionais de açúcar para 2019, mesmo com os sinais de redução do superávit global, segundo afirmam pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Analisando-se os contratos em aberto na Bolsa de Nova York (ICE Futures), prevalece uma espécie de barreira para ultrapassar os 14 centavos de dólar por libra-peso – historicamente, um dos principais aspectos que dificulta a recuperação de preços é estoque volumoso. De fato, expectativas apresentadas pelo USDA indicam que um novo patamar de estoques – superior ao do período anterior, de 53 milhões de toneladas métricas, ou seja, próximo de 30% da produção total – terá entrada em 2019, composto em grande parte pela Índia, que acumulou volume suficiente para compensar a redução observada nos estoques da China e da União Europeia. Além disso, a despeito dos preços relativamente baixos que prevaleceram em 2018, a p

SOJA: Desvalorização do dólar frente ao Real pressiona cotações internas

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A desvalorização do dólar frente ao Real, que torna a commodity brasileira menos atrativa aos importadores, tem pressionado as cotações internas da soja neste início de 2019, segundo levantamento do Cepea. Além disso, com expectativas de que a China volte a comprar maiores volumes de soja dos Estados Unidos, compradores domésticos consultados pelo Cepea seguem retraídos, também no aguardo da maior oferta da nova safra brasileira. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) registrou queda de 2,6% entre 4 e 11 de janeiro, indo para R$ 76,01/sc de 60 kg nessa sexta-feira, 11. No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná recuou 3,3%, a R$ 70,96/sc de 60 kg. O movimento baixista, no entanto, é limitado pela disparidade entre as ofertas de compradores e vendedores, que chega a 5 reais/sc de 60 kg em diversas regiões consultadas pelo Cepea.  Fonte: Cepea

MILHO: Preços apresentam comportamento distinto dentre as regiões

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Os preços domésticos do milho têm apresentado comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea, refletindo as ofertas e demandas regionais. Quanto ao ritmo de negócios, especulações com relação ao impacto das chuvas irregulares no desenvolvimento das lavouras têm feito com que produtores consultados pelo Cepea posterguem a venda de grandes lotes e negociem apenas pontualmente. Compradores, por sua vez, ainda não têm retomado as aquisições de forma mais expressiva, o que, de certa maneira, sustenta as cotações internas. No mercado paulista, pesquisas do Cepea apontam que os valores se enfraqueceram nesta semana, influenciados pela entrada do cereal de outros estados. Produtores do estado de São Paulo seguem retraídos, ainda cautelosos quanto à safra verão e no aguardo de um maior interesse comprador, o que limita as baixas nos valores. Entre 4 e 11 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas – SP) caiu 1,3%, fechando a R$ 38,78/saca de 60 kg

MANDIOCA: Recesso, produtividade e chuvas reduzem oferta

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Na primeira semana de janeiro, poucos foram os produtores consultados pelo Cepea que focaram na colheita e na entrega de mandioca para a indústria. Esse cenário se deve ao recesso de muitas empresas, à renda e à produtividade no campo, que reduzem a receita por tonelada entregue, às chuvas regionalizadas e o interesse de muitos produtores em avançar com a colheita de soja e com o semeio da segunda safra da oleaginosa. Como a maioria das lavouras é nova e poucos agricultores têm necessidade de colheita para entrega de arrendamento, contrato e/ou parceria, agentes consultados pelo Cepea devem adiar a atividade para o segundo trimestre de 2019. Entre 7 e 11 de janeiro, o preço médio ficou em R$ 351,69/t (R$ 0,6116 por grama na balança hidrostática de 5kg), 0,5% acima da média da semana anterior.  Fonte: Cepea

ALFACE: Alfaces hidropônica e convencional se valorizam na Ceagesp

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Entre 7 e 11 de janeiro, as alfaces convencionais e hidropônicas se valorizaram na Ceagesp. As chuvas prejudicaram a qualidade de parte das alfaces de cultivo convencional, causando queima de miolo e mela. Dessa forma, atacadistas com produto de melhor qualidade conseguiram vender a preços mais altos, elevando a média semanal. A crespa fechou a semana em R$ 13,60/cx com 24 unidades. Já as alfaces de cultivo hidropônico tiveram aumento das cotações, devido à maior procura, resultado da melhor qualidade frente às convencionais. O preço dacrespa hidropônica aumentou 7,60% e foi comercializada por R$ 16,30/cx com 24 unidades.    Fonte: Cepea/Hortifruti

OVOS: Preços iniciam 2019 em queda

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Os preços dos ovos iniciaram 2019 em queda, devido à maior oferta do produto, típica de início de ano e também decorrente do crescimento da produção, e à menor demanda nesta época, por causa das férias escolares. Segundo colaboradores do Cepea, com o maior volume disponível, produtores estão concedendo descontos para a efetivação dos negócios. Assim, os preços praticados na parcial de janeiro estão aquém dos observados em dezembro/18 e em janeiro/18. Neste mês (até o dia 10), o ovo branco, tipo extra, foi negociado, em média, a R$ 46,65 por caixa de 30 dúzias a retirar em Bastos (SP), desvalorização de expressivos 28% frente a dezembro/18 e de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, em termos nominais. Na mesma região, para o produto vermelho, tipo extra, o recuo foi um pouco menos intenso, mas também significativo, com queda de 22% frente a dezembro/18 e negócios a R$ 57,15/cx.  Fonte: Cepea

FRANGO: Poder de compra segue pressionado neste início de 2019

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Dentre os desafios enfrentados pelo setor de avicultura de corte no correr de 2018 esteve a alta nos preços dos insumos da alimentação (milho e farelo de soja), que resultou em diminuição no poder de compra do produtor de frango vivo, uma vez que os valores do animal não subiram na mesma intensidade. De acordo com pesquisas do Cepea, neste início de 2019, o cenário não é diferente. As recentes baixas nos preços do animal vivo estão atreladas à demanda enfraquecida por carne, tendo em vista que, na época das festas de final de ano, a procura acaba sendo mais aquecida para outras proteínas, como a bovina e suína. Com isso, a liquidez no mercado de cortes de frango esteve fraca, conforme analisam pesquisadores do Cepea, limitando a demanda de frigoríficos por novos lotes de animais vivos. Fonte: Cepea

CITROS: Colheita de tahiti ganha força no estado de SP

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A colheita de lima ácida tahiti está ganhando força no estado de São Paulo, cenário que pode pressionar os valores da fruta neste início de ano. Segundo colaboradores do Cepea, a disponibilidade da tahiti vinha crescendo no mercado paulista desde meados de dezembro e pode atingir o pico na segunda quinzena de janeiro. As atividades de campo devem seguir firmes em fevereiro, perdendo força em março. No mercado da fruta in natura, apesar da elevação da oferta, as vendas da lima ácida tahiti estão firmes nesta semana. Colaboradores do Cepea afirmam que a demanda mais aquecida por parte da indústria tem feito com que agentes desse setor busquem a fruta no mercado de mesa, o que tem impulsionando os valores da variedade em São Paulo. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a média da lima ácida tahiti é de RS 18,60/cx de 27 kg, colhida, alta de 1,7% em relação à anterior. Para a laranja de mesa, o cenário também é de valorização, com os preços subindo devido à menor oferta

BOI: Preços da arroba estão firmes nesta semana

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Os preços da arroba do boi gordo estão mais firmes nesta semana no mercado interno. Segundo pesquisadores do Cepea, esse contexto está atrelado aos valores da carne negociada no mercado atacadista – que registram alta expressiva em dezembro – e à menor oferta de animais prontos para abate. Vale ressaltar, no entanto, que as escalas alongadas por parte de alguns frigoríficos resultam em eventuais pequenas quedas nos preços do boi. Assim, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo subiu 0,7% entre 12 e 19 de dezembro, fechando a R$ 151,10 nessa quarta-feira, 19 – no acumulado do mês, a alta é de 1,9%.  Fonte: Cepea  

ALFACE: Preços se sustentam, apesar de aumento na oferta

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Mesmo com o aumento da oferta nas roças de 10 a 14 de dezembro, todas as variedades de alfaces se valorizaram na Ceagesp. Apesar da elevação das cotações, sobraram alfaces em alguns boxes durante esse período. Segundo colaboradores do Cepea, as vendas ainda estão fracas por conta do fim de ano. Por outro lado, a qualidade dos pés comercializados está satisfatória, sem incidência de doenças ou pragas. Quanto aos preços, a crespa saiu por R$ 12,38/cx com 24 unidades, elevação de 20,08% frente ao período anterior. As hidropônicas crespa e lisa também se valorizaram, sendo comercializadas a R$ 14,98/cx com 24 unidades. Vale ressaltar que a demanda deve permanecer fraca durante dezembro, devido às férias escolares e às festas de fim de ano.  Fonte: Cepea/Hortifruti

SUÍNOS: Menor oferta de animais para abate eleva preços do vivo

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Pesquisas do Cepea apontam que a menor oferta de animais para abate, especialmente no Sul do País, tem elevado as cotações do suíno vivo. Já quanto aos principais insumos da ração, o milho e o farelo de soja, a posição mais retraída de compradores consultados pelo Cepea tem impedido e/ou limitado altas nos preços. Com isso, o poder de compra do suinocultor tem se elevado na parcial de dezembro, na maior parte das regiões. No geral, mesmo com o ritmo de vendas para dezembro abaixo do esperado pelo setor, a oferta restrita de animais para abate tem elevado os preços do suíno. Fonte: Cepea

BATATA: Maior volume ofertado pressiona cotações

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Os preços da batata padrão ágata especial recuaram 10,82% entre 10 e 14 de dezembro nos atacados paulistanos, com o produto vendido a R$ 75,49/sc de 50 kg. Esse cenário se deve ao maior volume ofertado, principalmente no Sul do País. Apesar da maior disponibilidade, a colheita nas regiões paranaenses de São Mateus do Sul, Curitiba e Ponta Grossa está prejudicada, devido à falta de chuva – ao arrancar os tubérculos com o solo seco, as máquinas “machucam” a pele das baztatas.  Fonte: Cepea/Hortifruti

ARROZ: Apesar de ligeiro movimento na semana, mercado segue calmo

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Pesquisas do Cepea apontam que os setores atacadista e varejista apresentaram ligeiro movimento na primeira quinzena de dezembro, mas boa parte das beneficiadoras afirma que a meta em volume não foi atendida. Para as próximas semanas, tudo indica que a liquidez será ainda menor, pois algumas indústrias entram em férias coletivas e os carregamentos para os grandes centros consumidores ficam comprometidos, devido à falta de transporte. Do lado vendedor, orizicultores capitalizados seguem recuados, aguardando a virada do ano para disponibilizar seus últimos lotes. No geral, produtores consultados pelo Cepea seguem atentos às atividades de campo e afirmam estarem satisfeitos com o desenvolvimento das lavouras da nova safra 2018/19.  Fonte: Cepea

ALGODÃO: Agentes se afastam do mercado e priorizam embarques de contratos

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A proximidade do recesso de final de ano afastou boa parte dos agentes consultados pelo Cepea das negociações no spot. Com isso, poucos lotes de algodão em pluma têm sido comercializados, e a maioria envolve pequenos volumes. De um modo geral, agentes consultados pelo Cepea se voltam aos embarques de contratos, atentos à redução na oferta de caminhões neste final de ano. Do lado vendedor, alguns já estão fora de mercado, na expectativa de maior demanda e de aumento dos preços na entressafra. Cotonicultores consultados pelo Cepea relatam que estão com boa parte da produção 2017/18 comprometida e, por isso, seguem focados no encerramento do beneficiamento e também no cumprimento dos contratos. Nesse cenário, entre 11 e 18 de dezembro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 1,44%, fechando a R$ 3,0526/lp nessa terça-feira, 18.    Fonte: Cepea

CAFÉ: Liquidez interna segue baixa e preços, em queda

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Segundo pesquisas do Cepea, a liquidez interna segue baixa. Além das quedas dos preços externos, que voltaram a patamares de setembro deste ano, grande parte dos compradores e vendedores consultados pelo Cepea está retraída com a aproximação do final do ano, limitando os negócios. A expectativa é de que o comércio siga em menor ritmo até a segunda semana de janeiro. Para o arábica, o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 413,37/saca de 60 kg nessa terça-feira, 18, baixa de 1,54% em relação à terça anterior, 11. Quanto ao robusta, a queda foi ainda mais acentuada, devido à colheita no Vietnã, que atingiu, na última semana, cerca de 60% do volume total esperado, segundo agências de notícias internacionais. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 fechou a R$ 299,14/sc de 60 kg nessa terça, baixa de 4,33% em relação à terça anterior, 11.  Fonte: Cepea

MAÇÃ: Preços sobem com menor oferta

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Com oferta cada vez menor de maçãs e demanda aquecida, principalmente de graúdas, as cotações dos maiores calibres continuaram em alta entre 10 e 14 de dezembro. O preço médio da fuji graúda Cat 1 foi de R$ 77,60/cx de 18 kg na região de Vacaria (RS), alta de 2,53% em relação ao da semana anterior. Já as frutas miúdas, por serem menos valorizadas, registraram queda nos preços. De acordo com colaboradores do Cepea, o consumo deste calibre diminuiu, por conta da entrada da variedade precoce, em especial a eva. Algumas regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea já começaram a comercialização de precoces, mas devem intensificar as vendas apenas no final de dezembro e início de janeiro.  Fonte: Cepea

TRIGO: Preços da farinha e do farelo caminham em direções opostas

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De acordo com pesquisas do Cepea, a demanda por farinha esteve um pouco maior, registrando, assim, ligeiro aumento nos preços. No entanto, a maior moagem acabou pressionando os valores em alguns casos. Quanto ao farelo de trigo, houve leve desvalorização, reflexo da maior moagem e do menor consumo neste momento. Quanto ao grão, de 7 a 14 de dezembro, nas regiões acompanhadas pelo Cepea, o mercado de balcão (preço pago ao produtor) registrou elevação no Paraná e no Rio Grande do Sul e o de lotes (negociações entre empresas) teve alta no Rio Grande do Sul, Paraná e em São Paulo.  Fonte: Cepea
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