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Publicação orienta produtores sobre adubação de algodão em consórcios agroecológicos com culturas alimentares

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  A Embrapa Algodão disponibiliza aos produtores rurais uma publicação sobre adubação para consórcios agroecológicos de algodão com culturas alimentares. A obra apresenta as necessidades nutricionais de cada cultura que faz parte do consórcio – além do algodão, o milho, gergelim, amendoim, feijão, melancia e abóbora - e os diferentes adubos que podem ser utilizados, visando contribuir com a sustentabilidade do sistema.  Adubação verde, compostagem, biofertilizantes, adubação com bokashi, além do plantio direto e cultivo mínimo são alguns dos pontos abordados na publicação. “O adequado manejo do solo é essencial em sistemas agroecológicos de produção, especialmente quando se trata de adubação em culturas consorciadas, pois, nesses sistemas, adubar não significa simplesmente fornecer ao solo os elementos químicos que as plantas irão absorver, mas sim construir uma fertilidade sustentável ao longo dos anos, ao mesmo tempo em que torna o ambiente propício à sanidade das

Cotonicultura mineira deve crescer mais de 50% em 2019

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Os cotonicultores mineiros já têm um bom motivo para comemorar. É que a produção este ano deve ser 67,3% maior do que os números da safra passada. Isso deve colocar Minas Gerais no terceiro lugar do ranking dos maiores produtores brasileiros de algodão. A euforia dos produtores pode ser notada durante o dia de campo que a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) promoveu no último dia 4 de julho, na fazenda experimental da entidade, localizada em Santana de Patos, distrito de Patos de Minas (MG). O evento atraiu quase 600 pessoas. “A Embrapa e a AMIPA estão fortalecendo suas parcerias para desenvolver tecnologias para a produção de algodão no estado de Minas Gerais, principalmente na busca do controle biológico do bicudo do algodoeiro. O manejo dessa praga é, sem dúvida, o nosso maior desafio e os avanços que conseguirmos nesse objetivo serão uma imensa contribuição para a produção sustentável de algodão. Estamos muito felizes com a receptividade que nossa equipe está te

Como podemos reduzir o custo de produção na agricultura?

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Quando se analisa os custos de produção de soja, milho e algodão, constata-se que está havendo, ano após ano, um significativo aumento dos mesmos. A elevação é tão expressiva que o produtor identifica “o custo de produção” como uma de suas principais demandas, ou seja, os números estão impactando os produtores brasileiros. As organizações também estão atentas a esse quesito e, por isso, estão trabalhando fortemente o assunto. Pesquisas recentes apontam que o conhecimento, cada dia mais, tem um maior peso na produtividade das principais espécies cultivadas pelo homem. Tão importante quanto o inseticida, o herbicida, a cultivar e a máquina é o conhecimento para que se possa otimizar esses fatores de produção. Nesse entendimento produtividade não é apenas quantidade produzida por hectare mas, sim, eficiência do processo de produção. Será que a cultivar está sendo utilizada adequadamente e está sendo dada à ela as condições para que possa exteriorizar toda a sua potencialidade genética?

ALGODÃO: Agentes se afastam do mercado e priorizam embarques de contratos

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A proximidade do recesso de final de ano afastou boa parte dos agentes consultados pelo Cepea das negociações no spot. Com isso, poucos lotes de algodão em pluma têm sido comercializados, e a maioria envolve pequenos volumes. De um modo geral, agentes consultados pelo Cepea se voltam aos embarques de contratos, atentos à redução na oferta de caminhões neste final de ano. Do lado vendedor, alguns já estão fora de mercado, na expectativa de maior demanda e de aumento dos preços na entressafra. Cotonicultores consultados pelo Cepea relatam que estão com boa parte da produção 2017/18 comprometida e, por isso, seguem focados no encerramento do beneficiamento e também no cumprimento dos contratos. Nesse cenário, entre 11 e 18 de dezembro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 1,44%, fechando a R$ 3,0526/lp nessa terça-feira, 18.    Fonte: Cepea

ALGODÃO: Mercado segue lento e cotação, em queda

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Os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado brasileiro, segundo dados do Cepea. O movimento no mercado spot segue lento e as negociações envolvem, na maioria dos casos, pequenos volumes. Compradores demonstram baixo interesse por novas efetivações, insatisfeitos quanto às vendas dos derivados, sejam fios ou produtos acabados. Do lado vendedor, de acordo com pesquisadores do Cepea, agentes baixaram ainda mais as ofertas, atentos à desvalorização do dólar frente ao Real e às oscilações dos contratos na Bolsa de Nova York (ICE Futures) nos últimos dias. O Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, caiu expressivos 2,42% de 16 a 23 de outubro, fechando a R$ 3,0161/lp nessa terça-feira, 23. Na parcial de outubro (até o dia 23), o recuo chega a 5,63%.  Fonte: Cepea

Algodão colorido é tema de painel na OMC, em Genebra

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O algodão naturalmente colorido desenvolvido pela Embrapa estará presente no Fórum Público da Organização Mundial do Comércio – OMC, que será realizado de 2 a 4 de outubro, na sede da entidade, em Genebra, na Suíça. Em 2018, o tema é “Comércio 2030” com subtemas para debates e proposições sobre o comércio sustentável, o comércio habilitado pela tecnologia e um sistema comercial mais inclusivo. O case do algodão colorido será apresentado pela empresária Francisca Vieira, presidente da Natural Cotton Color , no painel "Comércio e mudanças climáticas: podemos criar uma estrutura de apoio mútuo?", organizado pela Delegação Permanente da França e do Canadá na OMC. A empresária é uma das articuladoras do cultivo do algodão colorido orgânico da Paraíba, encabeçando a expansão da matéria-prima por meio da moda. Sua tarefa é contribuir com o debate sobre o comércio sustentável no futuro. A Natural Cotton Color faz parte do Arranjo Produtivo Local (APL) do Algod

Cotonicultores apostam na agricultura 4.0 para garantir a sustentabilidade da cultura

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Com uma produção média estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 1,3 milhão de toneladas de algodão em pluma na safra 2017/2018, os produtores de algodão do estado do Mato Grosso apostam em técnicas emergentes, como a agricultura de precisão (AP) - que adota tecnologias da informação e comunicação (TICs) - para otimizar a produtividade e reduzir custos. É com essa proposta que técnicos do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), de grandes grupos produtores e de empresas privadas se reúnem com pesquisadores da Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP), nesta terça e quarta-feira (12 e 13) para discutir projetos em parceria que permitam o uso de soluções tecnológicas visando a sustentabilidade da cultura. Uma das tecnologias é o drone utilizado para captação de imagens aéreas multiespectrais e hiperespectrais, de alta resolução, com sensores infravermelho, capazes de identificar a variabilidade na lavoura para obtenção de retorno econômico e ambiental. No L

ALGODÃO/CEPEA: Demanda eleva preço em 2,4% em uma semana

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Muitas indústrias têxteis retomaram as atividades depois do recesso de fim de ano, com necessidade de refazer estoques. Assim, conforme indicam pesquisadores do Cepea, essa maior demanda tem mantido as cotações do algodão em pluma em alta. De 9 a 16 de janeiro, o Indicador do algodão CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 2,38%, fechando a R$ 2,8222/lp na terça-feira, 16. Na parcial de janeiro, o aumento é de fortes 5,9%. O levantamento de safra da Conab, divulgado no último dia 11, elevou a estimativa de produção da safra 2017/18 para 1,7 milhão de toneladas, crescimento de 11,4% frente à temporada anterior. As boas perspectivas de mercado/preços deram suporte ao aumento da área semeada, de 11,9% (1,05 milhão de hectares). Fonte: Cepea

ALGODÃO/CEPEA: Indicador registra o maior patamar desde junho/17

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Entre 2 e 9 de janeiro, o Indicador do algodão CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu fortes 2,60%, fechando a R$ 2,7564 /lp nessa terça, 9. Esse é o maior diário desde junho do ano passado, em termos nominais. A elevação está atrelada à retração de boa parte dos agentes e à postura firme de vendedores. Com necessidade de repor estoques, compradores presentes no mercado pagaram os valores pedidos nos lotes disponibilizados no spot. Do lado vendedor, segundo colaboradores do Cepea, boa parte dos cotonicultores esteve ausente do spot, voltada apenas aos contratos firmados anteriormente. Já tradings, acompanhando as oscilações dos preços internacionais, ofertaram valores superiores aos do final de 2017.  Fonte: Cepea

ALGODÃO/CEPEA: Exportação e maior consumo devem sustentar preço, mas excedente elevado pode limitar altas

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Os preços do algodão devem ser sustentados neste ano, visto que parte da safra 2016/17 já foi comprometida em contratos (devendo ser exportada no 1º semestre de 2018), e também devido às expectativas de recuperação do consumo nacional e de valorização do dólar frente ao Real. Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Mato Grosso, a compra de insumos e a venda antecipada da pluma em 2017 (para entrega no 2º semestre de 2018) apontam que a receita total deve superar os custos em cerca de 10%. No entanto, segundo pesquisadores do Cepea, o maior volume produzido deve elevar o excedente doméstico, o que pode limitar fortes reações de preços. Espera-se colheita de 1,69 milhão de toneladas na temporada 2017/18, 9,1% maior que na temporada anterior, conforme dados da Conab. A esta oferta, adicionam-se 395,8 mil toneladas de estoque inicial em janeiro/18 e 15 mil toneladas de importação, gerando disponibilidade interna de 2,1 milhões de toneladas. O consumo previsto para 2018 é

Área plantada com algodão em Mato Grosso deve ter aumento em 2018

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Para o próximo ano, as expectativas para a cotonicultura no Estado continuam animando os produtores. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com a perspectiva de aumento de área cultivada em 15,8% em relação à safra anterior, é esperado que a safra 2017/2018 tenha a maior área já cultivada no Estado, de 725,6 mil hectares, o que pode refletir em uma produção recorde de 2,85 milhões de toneladas de algodão em caroço. Em relação ao custo da produção da pluma em Mato Grosso, as expectativas também são boas, dado que, conforme o Imea, o ponto de equilíbrio da safra futura está avaliado em R$ 82,51/@, o que retrata um recuo de 5,5% frente ao que foi visto na safra 2016/2017. “Com a projeção de um cenário econômico mais restabelecido para 2018 no Brasil, é aguardado que o setor continue aquecido em decorrência da recuperação econômica das indústrias têxteis. No entanto, é importante frisar que tal recorde na produção dependerá das condições climá
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