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Consórcio milho e capim-massai garante silagem com menor custo para produtores de ovinos no Semiárido

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Experimento realizado por pesquisadores da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) concluiu que o plantio consorciado de milho e capim-massai é uma opção economicamente vantajosa para alimentação de rebanhos de ovinos na região semiárida do Brasil. Em um hectare com as duas culturas, é possível produzir biomassa de forragem para manter produtivos 53 ovinos de corte ou leite, com peso corporal médio de 25 kg, durante oito meses, período que corresponde à época de estiagem. Os resultados indicaram que produzir o volumoso em sua propriedade a partir do plantio de milho e capim-massai é 31,35% mais barato para o criador do que adquiri-lo no comércio. A partir do segundo ano, sem o custo com o cercamento da área, essa economia chega a 78%. Os custos do plantio conjunto de milho e capim-massai para produção de silagem são maiores que para o cultivo do milho solteiro, porque incluem a compra das sementes do capim e o cercamento para impedir o acesso dos animais à área de produção do volumoso e ao s

Resultados de avaliação econômica destacam a importância do planejamento na ILPF

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A avaliação feita em cinco Unidades de Referência Tecnológica e Econômica (URTE) com sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em Mato Grosso evidenciou a importância do bom planejamento para o melhor retorno financeiro para o produtor. Embora os dados confirmem a viabilidade econômica da ILPF em todas elas, a correta definição da configuração do sistema e o estudo prévio de mercado são determinantes para garantir a competitividade. Questões como a escolha da espécie usada na rotação das culturas em um sistema ILP ou da espécie florestal em uma integração com árvores são alguns dos principais erros cometidos e que impactam no resultado final. O analista do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária ( Imea ) Miqueias Michetti explica que isso ocorre por falta de planejamento prévio, no qual se verifica a existência de mercado consumidor para o produto, a viabilidade logística e a previsão de preço para comercialização. Além disso, a definição do espaçamento entre ár

Braquiária muito além da alimentação animal

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Além de oferecer forragem aos rebanhos, os capins do gênero Brachiaria também contribuem para a estruturação do solo e, em consórcio com culturas agrícolas como milho e café, proporcionam mais sanidade ao solo e ganhos de produtividade das culturas. Mas, até a algum tempo atrás, era comum pensar que braquiária servia apenas para alimentar o gado. “O papel dela vai muito além desse. Ela proporciona um sinergismo na produção de grãos. O fato de o agricultor contar com a braquiária no sistema aumenta a sua produtividade de 5 a 10 sacos de grãos por hectare”, afirma o pesquisador da Embrapa, João Kluthcouski. A braquiária foi introduzida nos sistemas agrícolas por conta do desenvolvimento do sistema de plantio direto. “Um dos problemas naquela época era identificar qual planta forneceria maior cobertura de solo. Começamos a trabalhar com a braquiária em 1986 especialmente em consórcio milho e sorgo”, relembra o pesquisador Lourival Vilela. A expansão no consórcio se deu com a criação, em 2

Qual o melhor herbicida para pastagens?

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O melhor herbicida para pastagens é a própria forrageira, contanto que ela esteja vigorosa e bem nutrida Segundo Neivaldo Cáceres, engenheiro agrônomo e Mestre em solos e nutrição de plantas, o melhor herbicida para as pastagens é a própria forrageira. Para isso, ela precisa se desenvolver em solo bem adubado para crescer vigorosa e, assim, inibir o surgimento das plantas daninhas. Em casos de grande infestação, o ideal é usar herbicidas recomendados por especialistas. Se as ervas daninhas já tomaram entre 15% e 20% das pastagens, o produto pode ser aplicado com pulverizadores costais. Acima desse percentual, é recomendada a aplicação aérea ou tratorizada. “As plantas daninhas interferem no desenvolvimento da pastagem e competem com ela por água, luz e nutrientes – além de exercerem inibição química. Sem falar que algumas delas podem ser altamente tóxicas para o gado. Portanto, o controle natural ou por meio de herbicidas se faz necessário e urgente”, afirmam Adilson de Paula Almeida A
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