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Brasil apresenta experiências de produção em regiões secas para especialistas do G20

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  A experiência desenvolvida pela Embrapa com o uso de espécies adaptadas, a exemplo da palma forrageira ( Opuntia fícus-indica e Nopalea cochenillifera ), como estratégia para garantir maior eficiência de uso de água em regiões semiáridas, chamou a atenção de pesquisadores estrangeiros e pode se tornar referência principalmente em países como a Arábia Saudita. A adoção da espécie e a integração de cultivos têm sido consideradas ferramentas importantes para a capacidade de adaptação dos sistemas de produção. Além disso, diante do cenário de mudanças climáticas, a palma também já revela potencial para regiões, onde já está prevista a redução de precipitação para os próximos anos. A apresentação da tecnologia da pesquisa brasileira foi feita durante o International Virtual Experts Meeting on Promoting Sustainable Agriculture Development in Drylands , realizado dia 10 de agosto, como parte da programação do Meetings of Agricultural Chief Scientists of G20 States (MACS-G20). Vin

Silagem: boa opção para conservar alimento para o período de escassez

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Garantir a segurança alimentar dos rebanhos de caprinos e ovinos durante todo o ano é um dos grandes desafios dos criadores na região semiárida do Brasil. Se no período chuvoso há abundância de oferta de forragem na vegetação nativa, durante a estiagem essa oferta se restringe em virtude da pouca variedade e diminuição da qualidade. Uma das alternativas indicadas pela Embrapa Caprinos e Ovinos é a ensilagem, técnica para a produção de forragem conservada. O criador deve fazer a ensilagem no período chuvoso para oferecer aos animais durante a época seca. Em alguns estados do Nordeste as chuvas já estão diminuindo, mas nas regiões de Sergipe, Alagoas e Bahia, onde as chuvas começam mais tarde, ainda é tempo de preparar essa reserva de alimentos. As melhores forrageiras para ensilagem são aquelas com elevado teor de açúcares solúveis, como o milho e o sorgo. Os capins não são indicados para essa finalidade, com exceção do capim-elefante que tem um teor de carboidratos solúveis e por is

Melhoramento genético de forrageiras adaptadas ao Semiárido será tema de palestras no mês de março

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No próximo dia 12 de março, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) e Centro Universitário Inta (Uninta) promovem o ciclo de palestras “Melhoramento Genético de Forrageiras Adaptadas ao Semiárido”. O evento, destinado a produtores, técnicos, pesquisadores, professores e estudantes, será realizado no auditório central do Uninta, das 13h30 às 17h30, e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo e-mail: [email protected] As vagas são limitadas. A programação constará de três palestras com especialistas da área seguidas de um debate como o setor produtivo. A pesquisadora da Embrapa Gado de Corte, Cacilda Borges do Valle, abordará o tema “Melhoramento genético de forrageiras no Brasil”; os representantes da Unipasto, Pierre Marie Jean Patriat e Marcos Roveri José, falarão sobre “Gramíneas forrageiras tropicais: pontos importantes na produção”; e a pesquisadora da Embrapa Caprinos e O

Braquiária muito além da alimentação animal

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Além de oferecer forragem aos rebanhos, os capins do gênero Brachiaria também contribuem para a estruturação do solo e, em consórcio com culturas agrícolas como milho e café, proporcionam mais sanidade ao solo e ganhos de produtividade das culturas. Mas, até a algum tempo atrás, era comum pensar que braquiária servia apenas para alimentar o gado. “O papel dela vai muito além desse. Ela proporciona um sinergismo na produção de grãos. O fato de o agricultor contar com a braquiária no sistema aumenta a sua produtividade de 5 a 10 sacos de grãos por hectare”, afirma o pesquisador da Embrapa, João Kluthcouski. A braquiária foi introduzida nos sistemas agrícolas por conta do desenvolvimento do sistema de plantio direto. “Um dos problemas naquela época era identificar qual planta forneceria maior cobertura de solo. Começamos a trabalhar com a braquiária em 1986 especialmente em consórcio milho e sorgo”, relembra o pesquisador Lourival Vilela. A expansão no consórcio se deu com a criação, em 2

Qual o melhor herbicida para pastagens?

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O melhor herbicida para pastagens é a própria forrageira, contanto que ela esteja vigorosa e bem nutrida Segundo Neivaldo Cáceres, engenheiro agrônomo e Mestre em solos e nutrição de plantas, o melhor herbicida para as pastagens é a própria forrageira. Para isso, ela precisa se desenvolver em solo bem adubado para crescer vigorosa e, assim, inibir o surgimento das plantas daninhas. Em casos de grande infestação, o ideal é usar herbicidas recomendados por especialistas. Se as ervas daninhas já tomaram entre 15% e 20% das pastagens, o produto pode ser aplicado com pulverizadores costais. Acima desse percentual, é recomendada a aplicação aérea ou tratorizada. “As plantas daninhas interferem no desenvolvimento da pastagem e competem com ela por água, luz e nutrientes – além de exercerem inibição química. Sem falar que algumas delas podem ser altamente tóxicas para o gado. Portanto, o controle natural ou por meio de herbicidas se faz necessário e urgente”, afirmam Adilson de Paula Almeida A

Produção de feno: tipos de forrageiras e cuidados

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Os pecuaristas produzem feno com diversos tipos de forrageiras - como alfafa, azevém, aveia, cevada, coast cross e tífton Por Andréa Oliveira “O feno é um alimento de alta qualidade, próprio para a alimentação de animais – como ovinos, caprinos, equinos e bovinos, para suprir o déficit de alimentos volumosos na estação seca ou nos períodos de baixo crescimento das pastagens”, afirma Juliano Ricardo Resende, professor do Curso a Distância CPT Produção de Feno para Uso na Propriedade e Comercialização , em Livro+DVD e Online, da Área Pastagens e Alimentação Animal . Tipos de forrageiras Em nosso país, os pecuaristas produzem feno com diversos tipos de forrageiras - como alfafa, azevém, aveia, cevada, coast cross e tífton, e até mesmo restos culturais. Entretanto, para alcançar bom padrão de qualidade, o produtor deve seguir alguns cuidados essenciais na produção e no armazenamento do feno. Caso contrário, ele pode perder o seu valor nutricional, tão importante à dieta dos animais. Versat
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