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Ministério da Agricultura atualiza zoneamento agrícola para mamona

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  O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (28) novas portarias do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da mamona. A atualização tecnológica, coordenada pela Embrapa e validada com técnicos de diversas áreas ligadas ao setor produtivo, inclui cultivares de ciclo mais curto, risco de chuva na colheita, atualizações na base de dados meteorológicos e ajustes para diminuir os riscos na produção. “O objetivo do trabalho técnico e metodológico foi identificar as áreas de plantio de menor risco climático para a cultura, abarcando três níveis de risco: 20%, 30% e 40%, e definir os melhores períodos de semeadura para mamona no Brasil, buscando reduzir perdas de produção e obter rendimentos mais elevados”, afirma Eduardo Monteiro, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP) e coordenador do Zarc. Entre as novidades, destacam-se a atualização dos parâmetros de cultura e ciclos representativos, inclusão

Zoneamento do milho safrinha: saiba qual o melhor período para plantar em SP

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Na tarde de sexta-feira (17), pesquisadores da Embrapa, representantes de instituições bancárias, técnicos e consultores do agro validaram o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a segunda safra de milho no Estado de São Paulo, chamada de safrinha. A reunião virtual foi coordenada pela Embrapa, responsável pela metodologia de zoneamento. Na prática, essa ferramenta indica aos produtores os períodos de menor e de maior risco climático para a cultura. A partir de publicação de portaria pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o sistema bancário utiliza essas informações de pesquisa para definir parâmetros para o seguro rural. O Zarc faz indicações de cenários de riscos climáticos por municípios e é atualizado regularmente, considerando situações de chuva, de textura de solo e de diferentes ciclos de cultura (precoce, médio, tardio). O analista Balbino Antonio Evangelista, da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO), fez uma apresentação

Validação do ZARC do milho safrinha em MS aconteceu on-line

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Nessa quarta-feira, 15 de julho, foi realizada uma WebConferência, que reuniu cerca de 50 pessoas, com o objetivo de discutir e validar a proposta para o Zoneamento de Risco Agroclimático (ZARC) do milho solteiro de 2ª safra em Mato Grosso do Sul para a Safra 2021. Participaram representantes de cooperativas, da assistência técnica rural pública e privada, instituições bancárias, produtores de milho, pesquisadores e técnicos da Embrapa. Desenvolvido pela Embrapa, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Banco Central, o zoneamento indica os períodos de plantio por cultura e por município, considerando as características do clima, o tipo de solo e ciclo de cultivares. O objetivo do ZARC consiste em reduzir o impacto negativo das adversidades climáticas (geadas, estiagem, excesso de chuvas, granizo, entre outros) coincidam com as fases mais sensíveis das culturas, minimizando as perdas agrícolas. Carlos Ricardo Fietz, pesquisador da Embrapa Agropec

Zoneamento agrícola e época de semeadura de trigo

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O Ministério da Agricultura adota o “Zoneamento Agrícola de Risco Climático” (ZARC) para definir regiões e épocas mais apropriadas ao cultivo agrícola, considerando a precipitação pluvial, evapotranspiração, tipos de solo, ciclos das culturas, fases fenológicas e adaptação de cultivares. O objetivo principal do ZARC é subsidiar a definição da “política de crédito de custeio agrícola oficial e de seguro rural privado e público”, visando reduzir os riscos de perdas causadas por adversidades climáticas. Nas regiões tradicionais de cultivo de trigo no Brasil, os maiores riscos de perda de produção estão relacionados com: 1) temperatura elevada e deficiência hídrica (na região tropical); 2) geada no espigamento; 3) excesso de chuva após o espigamento, causando doenças de difícil controle, como a giberela na região temperada e brusone na região tropical; e 4) excesso de chuva na colheita, ocasionando a perda de qualidade tecnológica dos grãos. Os períodos de semeadura do trigo
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