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Como Plantar FEIJÃO-VAGEM MACARRÃO TREPADOR

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  Como plantar: Revolva o solo no mínimo 20 cm de profundidade até que fique solto, sem a presença de torrões. Para melhorar o solo, adicione esterco e/ou húmus na proporção de 10%. Misture adubo balanceado NPK considerando 300g para cada 10m2 de canteiro. Para plantio em vasos, use substrato e adicione 5g de adubo por litro de vaso. Semeie conforme a tabela ao lado. Após o plantio, manter o solo e/ou substrato úmido, sem encharcar, para obter melhores resultados.. Descriçao: Planta trepadeira, que produz vagens de cerca de 15 cm, tenra e sem fibras. Dicas: Rico em vitaminas, minerais e fibras. Os grãos colhidos jovens são macios e saborosos.. Germinaçao: de 5 a 7 dias. Sementes por grama: 3 a 5. Amplie seu conhecimento: Encontre os melhores Livros, Audiolivros e Cursos na área de agronegócio, empreendedorismo, educação e muito mais com a EAD Agroales!    SAIBA MAIS  

Como Plantar FEIJÃO-VAGEM MACARRÃO RASTEIRO

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  Como plantar: Revolva o solo no mínimo 20 cm de profundidade até que fique solto, sem a presença de torrões. Para melhorar o solo, adicione esterco e/ou húmus na proporção de 10%. Misture adubo balanceado NPK considerando 300g para cada 10m2 de canteiro. Para plantio em vasos, use substrato e adicione 5g de adubo por litro de vaso. Semeie conforme a tabela ao lado. Após o plantio, manter o solo e/ou substrato úmido, sem encharcar, para obter melhores resultados.. Descriçao: Planta rasteira, produz vagens de feijão medindo cerca de 15 cm, macias e sem fibras. Dicas: Rico em vitaminas, minerais e fibras. Os grãos colhidos jovens são macios e saborosos.. Germinaçao: de 5 a 7 dias. Sementes por grama: 3 a 5. Amplie seu conhecimento: Encontre os melhores Livros, Audiolivros e Cursos na área de agronegócio, empreendedorismo, educação e muito mais com a EAD Agroales!    SAIBA MAIS  

Quatro novas cultivares de feijão para Minas Gerais são recomendadas pela Epamig, UFV, UFLA e Embrapa

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  Pesquisas da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) , Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal de Lavras (UFLA) e Embrapa Arroz e Feijão resultaram no desenvolvimento de quatro novas cultivares de feijão. A partir do convênio, firmado para proporcionar a melhoria da qualidade do parque feijoeiro de Minas Gerais, foram criadas plantas mais resistentes a patógenos e compatíveis com as demandas dos produtores e consumidores mineiros. A previsão é que as sementes das cultivares BRSMG Amuleto (grãos tipo carioca), BRSMG Marte (grãos vermelhos), BRSMG Zape (grãos tipo carioca) e BRSMG Uai (grãos tipo carioca) estejam disponíveis no mercado nos próximos anos. De acordo com o pesquisador da Epamig, Fábio Aurélio Martins, a ideia das pesquisas em conjunto surgiu da necessidade de concentrar esforços, antes realizados separadamente, de modo a agilizar o processo de recomendação de cultivares de feijão em Minas. "O melhoramento genétic

Artigo - Agricultura de Baixa Emissão de Carbono: tecnologias disponíveis

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  Produzir alimentos, fibras e energia com o mínimo de emissão de carbono, especialmente na forma de gás carbônico (CO2), é o grande desafio para a moderna agricultura. Prática agrícola como o Sistema Plantio Direto é capaz de fixar quantidades significativas de CO2 no agroecossistema, contribuindo assim para a menor emissão desse gás para a atmosfera e, desta forma, mitigar o efeito estufa e o aquecimento global. Os sistemas de manejo do solo e de produção utilizados são fundamentais para a redução da emissão de CO2. Em trabalhos já desenvolvidos pela Embrapa, fica evidente que, além de ser possível e viável o cultivo do algodoeiro em sistema plantio direto, houve um incremento de 55% do teor de carbono nos primeiros cinco centímetros de profundidade do solo, e em 20% na camada até 40 cm de profundidade. Com isso, em áreas cultivadas com o algodoeiro, menos carbono é emitido para a atmosfera. Além do algodoeiro é possível a utilização de outras culturas, nesta modalida

Palestra técnica online apresenta caminhos para manejo de plantas daninhas na produção

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  Os parceiros e multiplicadores da pesquisa agropecuária no estado de Goiás, produtores rurais, professores, alunos e pesquisadores estão convidados a participarem da palestra técnica online , que se realizará no próximo dia 28 de agosto, a partir das 19 horas, com o tema "Manejo de Plantas Daninhas em Sistemas de Produção". A palestra será apresentada pelo fitotecnista Mábio Chrisley Lacerda, da área de pesquisa da Embrapa Arroz e Feijão, numa parceria com o Crea-GO e será transmitida por meio da plataforma Zoom. O objetivo da palestra é indicar os principais manejos de plantas daninhas de forma a facilitar o seu controle, evitar problemas de resistência de plantas daninhas aos herbicidas e otimizar a produtividade de grãos no sistemas de produção. A palestra online é gratuita e as inscrições podem ser realizadas no site do Crea-GO, acessando o menu “ Mais Capacitação ” e, na sequência, “Palestras e Eventos”, ou diretamente clicando  aqui . No dia da palest

Cultivo superprecoce de feijão melhora produtividade e resistência a pragas

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  O cultivo superprecoce de feijão é a mais importante inovação do melhoramento genético dessa cultura no Brasil. Pesquisadores e produtores comprovaram que a prática promove elevado potencial produtivo, baixo custo de cultivo, resistência a doenças, boa qualidade de grãos e bom desempenho nutricional. Dois anos depois do lançamento da primeira variedade superprecoce desenvolvida no País pela  Embrapa Arroz e Feijão  (GO), a  BRS FC104 , produtores começam a anunciar bons resultados de produtividade (média de 3.792 kg/ha) em um ciclo de 65 dias, bem menor do que o de 90 dias, necessário ao plantio do feijão convencional. “A Embrapa acertou com essa cultivar,” comemora o produtor Kenes Pereira, de Santa Helena de Goiás, que utilizou o feijão carioca BRS FC104 e conseguiu colher 50 sacos por hectare, a um custo estimado de R$ 3 mil reais. Levando em conta o bom momento do preço do feijão no mercado no primeiro semestre de 2020, o lucro foi compensador. Segundo o pesquisado

EPAMIG produz de sementes genéticas de feijão ouro vermelho

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Variedade é opção para produtores de grãos vermelhos Sementes BRS Ouro Vermelho – Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Belo Horizonte – 29/7/2020) – A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) está produzindo sementes genéticas de feijão Ouro Vermelho no Campo Experimental de Leopoldina, na Zona da Mata. A cultivar, que foi desenvolvida pelo Convênio “Melhoramento do Feijão para o Estado de Minas”, composto por EPAMIG, Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Embrapa Arroz e Feijão , é uma opção para áreas de cultivo de feijão vermelho e destaca-se pela adaptabilidade e estabilidade de produção. A variedade, que surgiu de uma demanda de produtores de feijão da Zona da Mata Mineira, apresenta rendimento superior, melhor arquitetura da planta e maior tolerância à mancha angular e à ferrugem, quando comparada à cultivar Vermelhinho, mais utilizada pelos produtores. Os testes realizados apontam também uma maior concentração de proteína: 25,7% ante 23,1% d

Rede BioFort quer alcançar 20 milhões de famílias até 2020

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É meta da Rede BioFort, que é o conjunto de projetos que trabalham pela biofortificação de alimentos, alcançar 20 milhões de famílias no mundo até o ano de 2020. É meta também da rede atingir um bilhão de consumidores de produtos biofortificados até 2030. A revelação foi feita na manhã desta quinta-feira 27, em Teresina, pela pesquisadora da Embrapa Marília Nuti, diretora da aliança HarvestPlus na América Latina, ao falar na Oficina de Monitoramento de Ações e Alcance do Projeto na região Meio-Norte. Lembrando que pelo menos dois bilhões de pessoas ainda “sofrem com a falta de nutrientes no mundo”, com destaque para países da Ásia, África, América Latina e Caribe, a cientista disse que os cultivos biofortificados e liberados avançaram e já estão em mais de 30 países. Em outros 60 países a rede trabalha testando cultivares com altos teores de ferro, zinco e beta caroteno. São produtos como arroz, trigo, milho, milheto, sorgo, mandioca, batata-doce, batata inglesa ou comum, banana

Atenção aos detalhes faz a diferença no cultivo do feijoeiro

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A perda de apenas um grão em cada vagem em uma lavoura de feijão pode acarretar um decréscimo de até 14 sacos de feijão por hectare, ou seja, o equivalente a R$ 1.575 a menos no bolso do agricultor, com o valor da saca de feijão tipo carioca a R$ 112,50. Confira a cotação do feijão aqui . Esse dado foi apresentado pelo pesquisador Cléber Guimarães em dia de campo realizado em 30 de agosto na Fazenda Boa Vista, em Formosa (GO), em evento promovido pelo Grupo Técnico de Consultores de Feijão (GTEC-Feijão), com a coordenação da Syngenta, MIAC e Embrapa, para difundir novos conhecimentos e tecnologias disponíveis para o fortalecimento da cadeia produtiva do feijão no cerrado brasileiro. Para o cálculo, Cléber Guimarães levou em conta uma produtividade de 3.400 quilos por hectare com espaçamento de 50 centímetros entre fileiras, densidade de 10 plantas por metro, 17 vagens por planta. Considerando uma queda de 5 para 4 grãos por vagem, sendo a massa de 100 grãos de

Genética eleva em um terço a produtividade do feijão-carioca no País

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Nos últimos 40 anos, o Brasil reduziu em 30% sua área plantada de feijão, mesmo assim, a produção no período aumentou 35% atingindo três milhões de toneladas atuais. Esse ganho se deve ao incremento da produtividade das lavouras, que, em parte, é atribuído ao uso de novas variedades. No caso do feijão-carioca, o mais cultivado no País, estima-se um crescimento na produtividade de grãos de 0,72%, acréscimo de 17 quilos por hectare ao ano exclusivamente devido à utilização de plantas geneticamente superiores. Essa informação é de um estudo da Embrapa que avaliou a eficiência de seu programa de melhoramento de feijão e se baseia no cálculo do progresso genético com a cultura. Esse é um indicador que correlaciona características agronômicas como a produtividade, e métodos utilizados para a seleção, cruzamento e avanço de gerações de plantas (linhagens). Considerando todo o período do estudo de 22 anos, o avanço da produtividade representa um aumento acumulado de 380 quilos por hectare,

Excesso de chuva prejudica safra de feijão no Paraná

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Período chuvoso desde o Natal pegou o feijão na fase de maturação dos grãos, o que poderá acarretar perdas tanto em produtividade em qualidade Por Marcos Tosi A sequência de dias chuvosos por todo o Paraná, que atravessou o Natal e o Ano Novo, não fez bem à primeira safra de feijão no estado. Na principal região produtora, nos Campos Gerais, cerca de 25% das lavouras estão atualmente em condições ruins, justamente no momento crítico de maturação e colheita dos grãos. Cautelosa, a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab) diz que apenas agora, com solo mais seco, irá a campo para ouvir produtores, cooperativas e assistência técnica e avaliar a extensão das perdas em termos de produtividade e qualidade do produto. Mas o próprio relatório semanal do Departamento de Economia Rural, da Seab, adianta que o índice de lavouras em más condições chega a 30% em Campo Mourão e Pato Branco, e 25% na região de Ponta Grossa. O Paraná é o principal produtor de feijão no país e responde por
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