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Banco Mundial de Sementes recebe material genético de pastagens da Embrapa

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Foto: Willian Bonani   Sementes de pastagem do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP), estão agora  armazenadas no Banco de Svalbard, na Noruega, como cópias de segurança, mantidas a -18°C. Esta é a primeira vez que a Embrapa depositou materiais de forrageiras no Banco Mundial de Sementes. Além do centro de pesquisa localizado no estado de São Paulo, a Embrapa Cerrados, de Planaltina/DF, também encaminhou amostras desses materiais. O Banco oferece armazenamento seguro, gratuito e em longo prazo de amostras de sementes, funcionando como um cofre. De acordo o pesquisador Marcelo Cavallari, da Embrapa Pecuária Sudeste, foram escolhidos 53 acessos de 15 espécies de gramíneas do gênero Paspalum para amostrar parte da diversidade genética da coleção do Banco de Germoplasma local. “Os acessos selecionados possuem várias aptidões - pastagem, gramados - e diferentes portes e hábitos de crescimento. Destaco, por exemplo, o Paspalum atratum ,

Janela para o plantio de pastagem fecha em fevereiro

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  Boletim Agroclimatológico Trimestral (áreas em azul propícias para plantio) - Foto: INMET O produtor que pensa em plantar um novo pasto tem duas notícias a receber. A boa é que a janela para o plantio ainda está aberta; a ruim, o prazo é curto, meados de fevereiro. As tendências climáticas para o trimestre – janeiro, fevereiro e março – apontam para condições pluviométricas suficientes para não somente plantar uma nova pastagem como para seu adequado estabelecimento. “O pasto precisa de 60 dias de chuva, em torno de 200 ml para se estabelecer, e as tendências de chuva, segundo boletim agroclimatológico do INMET (áreas em azul nos mapas), garantem que até o dia 15 de fevereiro será possível plantar pastagem, e assim, aproveitar ao máximo a janela”, afirma o zootecnista da Embrapa, Haroldo Pires de Queiroz. Ele destaca que esse pasto é estratégico para o produtor rural, de outono-inverno e por ser um pasto recém-plantado, os seus primeiros seis meses são de alta quali

Plantas forrageiras desenvolvidas nos últimos anos trazem mais ganhos para a pecuária de corte

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  A pecuária bovina no Cerrado evoluiu para o uso predominante de pastagens cultivadas e hoje o produtor tem acesso a um maior leque de espécies forrageiras adaptadas aos diversos ambientes e recomendadas para diferentes sistemas de produção. No entanto, quando comparado o potencial produtivo das cultivares lançadas há mais tempo com aquelas mais recentes desenvolvidas pela Embrapa, o resultado em ganho de peso de bovinos em recria pode ser muito diferente. Por exemplo, a BRS Paiaguás, lançada em 2013, proporcionou um ganho de peso por animal 63% superior ao conseguido pela BRS Piatã (2006) no período da seca, ambas cultivares de Brachiaria brizantha . Entre cultivares de Panicum maximum , o híbrido BRS Quênia (2017) propiciou aumento de até 18% no ganho de peso dos animais em relação ao Mombaça (1993). Os dados foram apresentados por Gustavo Braga, pesquisador da Embrapa Cerrados, durante uma palestra virtual. Segundo o pesquisador, os ensaios experimentais comparativos

Live aborda papel do melhoramento vegetal para pecuária do futuro

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  Embrapa, UFRGS e Sulpasto apresentam o tema no Youtube em evento virtual na próxima terça-feira Dando continuidade à série de lives em alusão aos 45 anos da Embrapa Pecuária Sul, a instituição promove, na próxima terça-feira, 1º de setembro, mais um evento virtual dentro da temática Pecuária do Futuro. Dessa vez, os palestrantes vão conversar com o público sobre o papel do "Melhoramento Vegetal para a Pecuária do Futuro". Realizada em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Associação Sulbrasileira para Fomento de Pesquisa em Forrageiras (Sulpasto), a transmissão tem início às 19h, no canal da Embrapa no YouTube .  Com moderação de Daniel Montardo, chefe-geral e pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, a live terá como palestrantes Miguel Dall’Agnol, professor da UFRGS, Maurício Köpp, pesquisador da Embrapa, e Edemir Baggio, presidente da Sulpasto. Finalizando, José Carlos Reis, pesquisador aposentado da Embrapa, faz um histórico des

Consórcio milho-braquiária contribui com produção sustentável de grãos no Cerrado

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  O primeiro painel da w ebinar “Boas Práticas Agropecuárias na produção de grãos no Centro-Oeste Brasileiro” foi realizado nessa terça, 11 de agosto, no período vespertino. O evento on-line foi realizado pela Imaflora e General Mills e contou com a presença de Gessí Ceccon, engenheiro agrônomo da Embrapa Agropecuária Oeste.  O evento foi aberto ao público por meio do canal da Imaflora Brasil, no YouTube ( https://www.youtube.com/watch?v=pdzKjcGrr-M&feature=youtu.be ) e discutiu boas práticas na produção de grãos, agricultura regenerativa em escala e incentivos econômicos para a agricultura sustentável no Cerrado Brasileiro. Milho-braquiária Em sua palestra intitulada “Importância da adoção de sistemas integrados para a conservação, fertilidade e saúde do solo”, Gessí, que há mais de 15 anos trabalha com consórcio milho-braquiária, destacou benefícios e apresentou informações essenciais sobre as etapas de sua implantação.  O consórcio milho-braquiária é um sist

Quanto custa errar no manejo do pasto?

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Foto: Kadijah Suleiman  Quanto custa errar no manejo do pasto? - Depende ... - Não me enrola! - Vai aí de uns R$ 500,00 a mais de R$ 3.000,00 por hectare, por ano.  - Tá bom. Depende do quê? - Do peso de abate dos seus animais, do sistema de pastejo, se usa adubação ou não. Q uanto mais intensivo o seu sistema de produção, mais caro sai errar no manejo. Quanto melhor a estrada e o carro e mais veloz o motorista, mais feio é o desastre! - De onde você tirou os quinhentos e os três mil reais? - Posso te explicar, mas você vai precisar de uma calculadora pra me acompanhar... - Tá na mão, que eu não corro da raia. - ... e preciso explicar primeiro o que a gente chama de manejo correto das pastagens. - Anda logo. - Digamos que o manejo correto é aquele que leva a uma maior produção de carne por área, com maior lucro e menor impacto ambiental - sem degradar a pastagem nem o solo e com a menor emissão de gases que esquentam o planeta. - Continua, porque isso
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