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Sustentabilidade dos Cafés do Brasil tem início com a escolha correta de cultivares produtivas com resistência a doenças

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Epamig, instituição integrante do Consórcio Pesquisa Café, desenvolve cultivares adaptadas às diferentes regiões produtoras de café no País O desenvolvimento permanente de cultivares de cafeeiros que tenham vários atributos positivos de interesse dos produtores rurais, entre os quais, maior produtividade, tolerância e resistência a doenças e pragas, e que gerem grãos de alta qualidade e sejam mais adaptados às condições climáticas das diferentes regiões cafeeiras do País, tem sido uma busca exitosa e incansável dos diferentes programas de melhoramento genético desenvolvidos pelas instituições que pesquisam café há várias décadas no Brasil. Dessa forma, as pesquisas de melhoramento genético visam continuamente desenvolver cultivares que possuam e expressem tais atributos, além de outras características específicas desejáveis, em sintonia com as demandas cada vez mais exigentes de todos os elos da cadeia produtiva do café, do produtor ao consumidor, ou seja, do grão à xícara. Como o caf

Uso de geotecnologias fundamenta identificação de atributos específicos de origem e qualidade aos cafés brasileiros

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Trabalhos realizados no Laboratório Geosolos da EPAMIG embasaram conquista da Denominação de Origem pela Região da Mantiqueira de Minas (Lavras – 29/6/2020) – O Laboratório de Geoprocessamento – GeoSolos – da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), localizado em Lavras, desenvolve pesquisas com o uso de geotecnologias para o monitoramento e a caracterização ambiental de regiões cafeeiras no Estado.  As geotecnologias também têm sido utilizadas para embasar processos de agregação de valor à produção agrícola por meio da proteção à propriedade intelectual em uma das modalidades aplicáveis ao agronegócio, a Indicação Geográfica. Durante quatro safras consecutivas, a EPAMIG e parceiros como a Embrapa Café, a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), desenvolveram pesquisas que forneceram o embasamento científico e comprovação da relação do ambiente com a qualidade e as característi

Cafés do Brasil exportam 40,6 milhões de sacas de 60kg e perfazem novo recorde em 2019

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Receita cambial com as exportações de café alcançou US$ 5,1 bilhões, com preço médio de US$ 125,49 por saca Os Cafés do Brasil foram exportados para 128 países em 2019 e atingiram o volume físico de 40,6 milhões de sacas de 60kg, com preço médio de US$ 125,49 por saca, o que gerou US$ 5,1 bilhões de receita cambial no ano. O volume exportado de café em 2019 teve acréscimo de 13,9% em relação ao de 2018, que foi de 35,6 milhões de sacas. As exportações de cafés diferenciados teve incremento de 21,2%, em relação ao ano passado, e terminou o ano com volume de 7,5 milhões de sacas exportadas. Com relação às variedades embarcadas em 2019, o Brasil apresentou um aumento de 14,8%, em relação a 2018, nas exportações de café verde, atingindo o volume de 36,6 milhões de sacas de 60kg. Desse total, 32,6 milhões de sacas foram de café arábica, com aumento de 11%, e 3,9 milhões de sacas de café robusta, o qual teve crescimento expressivo de 59,5%. Os cafés industrializados apresentaram alta de 7%
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