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Lavoura de arroz apresenta custo de produção mais elevado em 2022

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  A Embrapa possui um amplo portfólio de cultivares de arroz irrigado por inundação ou por aspersão e de terras altas para serem cultivadas em diferentes localidades, tanto no Sul, no Centro-Oeste e Norte do país.   As projeções de produção e consumo de arroz para 2022, no entanto, mostram uma situação apertada para a lavoura de arroz no Brasil. Enquanto a produção esperada é de 11,4 milhões de toneladas, as estimativas são de que o consumo nacional ficará, também, em 11 milhões de toneladas; importaremos 1 milhão de toneladas e deveremos exportar outros 1,4 milhão de toneladas. Na projeção de área plantada de arroz realizada pelo pesquisador Alcido Wander, da equipe de socioeconomia da Embrapa Arroz e Feijão (GO) indica que deverá ocorrer redução de área nos próximos anos. A área de arroz vem caindo ano a ano, segundo a Conab, e no Rio Grande do Sul está estagnada ou com ligeira tendência de aumento. As adversidades climáticas (escassez de chuva na região Sul; excesso

ILP é importante para diversificação da produção

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  Pesquisador Luís Armando Zago Machado, responde algumas perguntas sobre integração lavoura-pecuária e fala do evento organizado pela Embrapa sobre a tecnologia A ILP, sistema de produção que integra lavoura e pecuária, faz parte do Plano ABC, composto por sete programas, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A Embrapa realiza diversas pesquisas com integração, seja com o componente floresta ou sem. Agora vamos conversar com o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), sobre a integração lavoura-pecuária, Unidade da Embrapa que organiza há três anos seminário sobre a tecnologia. 1 – Qual é o histórico, em breve resumo, da integração lavoura-pecuária? A ILP é uma prática utilizada há muitos séculos. Provavelmente, a integração tenha surgido junto com a agricultura, porque os resíduos da agricultura sempre foram bem-vindo na alimentação animal. No Brasil, no século XIX, XX ela já era utilizada, apesar de não ser empregada essa t

Abertura da Colheita do Arroz faz lançamento da edição 2022 e pré-define temas técnicos

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  Há cerca de 120 dias da realização da maior das Aberturas de Colheita de Grãos das Américas, a 32ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas (AOCA) define data de lançamento do evento de 2022 e faz planejamento preliminar de macro-temas a serem apresentados na feira, que ocorre pela quarta vez consecutiva na área experimental da Embrapa Clima Temperado. Esta edição ocorrerá entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2022, na Estação Experimental Terras Baixas (ETB) , no Capão do Leão/RS. Estão sendo preparadas áreas com arroz, soja, milho e pastagens para mostrar o avanço da ciência a um público estimado em 12 mil visitantes. O evento acontece novamente de forma híbrida, numa realização da Federarroz, com a co-realização da Embrapa e o apoio do IRGA.   A 32ª edição seguirá o mesmo formato de evento deste ano, ou seja, oferta de uma programação técnica com palestras ao vivo, com participação de público presencial e online e, ainda, de um percurso de 9,4 ha entre es

BRS A502: nova cultivar de arroz da Embrapa traz de volta regiões de sequeiro ao circuito produtivo da cultura

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Com resistência ao acamamento e grãos de excelente qualidade industrial e culinária, a BRS A502 é bastante esperada por produtores em terras altas.   O Programa de Melhoramento Genético de Arroz da Embrapa, em parceria com outras organizações, disponibiliza uma nova cultivar de arroz de terras altas: a BRS A502. Com ciclo de até 110 dias, ela se destaca com altas produtividades. Seus estudos tiveram início em 2002, desenvolvidos em Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Maranhão e Piauí. Além da já citada produtividade, apresenta diversas características extremamente positivas, tanto para manejo, quanto para o mercado. Rusticidade; resistência intermediária à brusone, mancha de grãos e escaldadura; e qualidade de grãos, são os principais destaques da cultivar. As avaliações para resistência à brusone foram realizadas nos campos experimentais da Embrapa e no Viveiro Nacional de Brusone (VNB), conduzido em rede por fitopatologistas integrantes das equipes públicas de melhoramento de arroz d

Mapeamento da Conab e da ANA identifica 1,3 milhão de hectares de arroz irrigado

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  O arroz irrigado concentra 77% da área e 90% da produção de arroz no Brasil – as áreas de sequeiro seguem em retração e representam 23% da área e 10% da produção. Ainda que apresente redução na área total nos últimos anos, observa-se um constante aumento de produtividade do segmento, graças às melhorias no pacote tecnológico do produtor, que inclui uma maior eficiência no uso da água. A cultura também é responsável por 25% da área irrigada no País. Tal análise está no Mapeamento do Arroz Irrigado no Brasil , produzido pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O levantamento será lançado nesta sexta-feira, 21 de agosto, às 10h, durante webinar com representantes dos dois órgãos . O manejo da cultura por inundação requer mais água por unidade de área do que em outros sistemas. Além disso – com melhorias no manejo do solo, da água e dos insumos – a irrigação proporciona ao arroz mais que o triplo da produt

Embrapa lança cultivar de arroz para áreas de sequeiro

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  A cultivar BRS A 502 é uma ótima alternativa para o cultivo de arroz de terras altas, principalmente em área sob agricultura intensiva. A Embrapa e parceiros lançaram a cultivar de arroz BRS A502, indicada para o cultivo em áreas de sequeiros em terras altas nos estados do Maranhão, Pará, Rondônia, Piauí, Goiás e Mato Grosso. A cultivar possui como destaque a tolerância ao acamamento e à brusone e a alta estabilidade de rendimento de grãos inteiros, o que permite ao produtor maior flexibilidade na colheita. Essas características, associadas ao alto potencial produtivo e à excelente qualidade industrial e culinária de grãos, fazem da BRS A502 uma excelente opção para sistemas de produção de grãos e de renovação de pastagens. A cultivar encontra-se inscrita no Registro Nacional de Cultivares (RNC), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), sob o nº 39.138.  Para Isabela Furtini, pesquisadora da Embrapa Arroz e Feijão que trabalha no Programa de M

Palestra técnica online apresenta caminhos para manejo de plantas daninhas na produção

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  Os parceiros e multiplicadores da pesquisa agropecuária no estado de Goiás, produtores rurais, professores, alunos e pesquisadores estão convidados a participarem da palestra técnica online , que se realizará no próximo dia 28 de agosto, a partir das 19 horas, com o tema "Manejo de Plantas Daninhas em Sistemas de Produção". A palestra será apresentada pelo fitotecnista Mábio Chrisley Lacerda, da área de pesquisa da Embrapa Arroz e Feijão, numa parceria com o Crea-GO e será transmitida por meio da plataforma Zoom. O objetivo da palestra é indicar os principais manejos de plantas daninhas de forma a facilitar o seu controle, evitar problemas de resistência de plantas daninhas aos herbicidas e otimizar a produtividade de grãos no sistemas de produção. A palestra online é gratuita e as inscrições podem ser realizadas no site do Crea-GO, acessando o menu “ Mais Capacitação ” e, na sequência, “Palestras e Eventos”, ou diretamente clicando  aqui . No dia da palest

Embrapa disponibiliza atualização da Árvore do Conhecimento do Arroz

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Já está no ar a nova versão da Árvore do Conhecimento do Arroz, da Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Ageitec) . O conteúdo, organizado por pesquisadores, busca intensificar o acesso a informações técnicas, principalmente, para consultores e extensionistas, responsáveis por facilitar o desenvolvimento das atividades agrícolas e orientar o homem do campo sobre as práticas mais adequadas de cultivo. A Árvore do Conhecimento do Arroz reúne informações validadas sobre todas as etapas da cadeia produtiva do cereal, incluindo as principais tecnologias desenvolvidas para o sistema de cultivo. É possível encontrar o detalhamento das fases de pré-produção, produção e pós-produção, além de aspectos socioeconômicos. O enfoque dado valoriza boas práticas de manejo, organizadas de maneira clara e prática, para que não haja dificuldade de adoção no campo. A partir do conteúdo publicado, também é possível ao produtor adequar as práticas de cultivo, orientadas às características e necessidad

Expoarroz 2019 conta com paineis técnicos da Embrapa

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Após dois anos, acontece a nova edição da Expoarroz Tech, evento que completa dez anos de realização no município com o objetivo de reunir todos os elos da cadeia produtiva do arroz, com enfoque nos setores produtivo, industrial e de comercialização do produto. Nesta edição a abordagem será emcima da temática Embarque rumo ao futuro do mercado do arroz, aonde a Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) é responsável pela organização de dois paineis técnicos inseridos na programação do evento. A Expoarroz 2019 acontece entre os dias 14 a 16 de maio, no Centro de Eventos da Fenadoce, em Pelotas/RS. No primeiro dia do evento (14/05) está programado o painel Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado: agregação de valor, conduzido pelo pesquisador Ariano de Magalhães Júnior, que também irá intermediar o debate entre os representantes de entidades de pesquisa, do MAPA, dos produtores, da indústria e do mercado. A agenda ocorre no Auditório Principal do Centro de Event

Arroz teve apoio à comercialização num valor total de R$ 31 milhões em 2018

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Em 2018 a Superintendência de Operações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ofertou apoio à comercialização de arroz, que somou uma oferta de 543 mil toneladas por meio do Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), onde foram negociadas 390,7 mil t. O valor do prêmio previsto foi de R$ 22 milhões. Além disso, foi ofertado apoio à outras 368 mil t do produto foram ofertadas quando consideramos os leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro). Deste total, a quantidade negociada foi 109 mil t, com previsão de R$ 8,8 milhões a serem pagos. No mesmo período, a Conab realizou também a venda de 288 mil t de milho em grãos, recebendo um valor total de R$ 95 milhões e de 11 mil t de trigo, arrecadando R$ 7 milhões. A superintendência também realizou compras de produtos para a formação de cestas, atendendo à demanda do antigo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). Foram adquiridas ao longo de todo o ano 590 t de açúcar cristal, 3,8 mil t de arroz, 413 t de farinh

ARROZ: Apesar de ligeiro movimento na semana, mercado segue calmo

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Pesquisas do Cepea apontam que os setores atacadista e varejista apresentaram ligeiro movimento na primeira quinzena de dezembro, mas boa parte das beneficiadoras afirma que a meta em volume não foi atendida. Para as próximas semanas, tudo indica que a liquidez será ainda menor, pois algumas indústrias entram em férias coletivas e os carregamentos para os grandes centros consumidores ficam comprometidos, devido à falta de transporte. Do lado vendedor, orizicultores capitalizados seguem recuados, aguardando a virada do ano para disponibilizar seus últimos lotes. No geral, produtores consultados pelo Cepea seguem atentos às atividades de campo e afirmam estarem satisfeitos com o desenvolvimento das lavouras da nova safra 2018/19.  Fonte: Cepea

ARROZ: Com indústrias retraídas, preço segue em queda no RS

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Indústrias têm demonstrado baixo interesse em novas aquisições de arroz em casca, de acordo com informações do Cepea. Com a demanda do beneficiado enfraquecida, algumas empresas dão preferência por negociar o arroz depositado em seus armazéns, apenas para repor estoque. Outras, por sua vez, permanecem fora de mercado. Do lado produtor, as vendas foram efetivadas apenas para “fazer caixa” e cumprir com os pagamentos de safra, inclusive as parcelas de banco – aqueles agricultores mais capitalizados seguem retraídos, na expectativa de preços maiores na entressafra. No geral, orizicultores estão voltados aos trabalhos no campo. Com baixa liquidez, de 16 a 23 de outubro, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros, registrou queda de 1,67%, fechando a R$ 44,02/sc na terça-feira, 23. No acumulado de outubro (até o dia 23), a retração é de 3,78%.  Fonte: Cepea

ARROZ: Ritmo de negócios é lento e preços caem pela 3ª semana consecutiva

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A liquidez segue baixa no mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul. Do lado comprador, indústrias estão cautelosas quanto a novas aquisições, insatisfeitas com o fraco desempenho das vendas de arroz beneficiado aos setores atacadista e varejista dos grandes centros consumidores. Orizicultores, por sua vez, estão focados nas atividades de lavoura, atentos às frequentes chuvas que vêm ocorrendo no Rio Grande do Sul, que dificultam o avanço do semeio da safra 2018/19. No entanto, conforme colaboradores do Cepea, alguns disponibilizam seus lotes, devido à necessidade de “fazer caixa” e cumprir com os compromissos de safra. De 9 a 16 de outubro, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros caiu 2,3%, fechando a R$ 44,70 nessa terça-feira, 16 – essa é a terceira semana consecutiva de queda. Na parcial de outubro (até o dia 16), a baixa é de 2,1%.  Fonte: Cepea

Abertura Oficial da Colheita do Arroz tem data e local definidos

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Os trabalhos para a 29ª edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz já estão em andamento. O evento, organizado pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), vai ocorrer de 20 a 22 de fevereiro de 2019 na sede da Embrapa Terras Baixas, em Capão do Leão (RS), próxima à Pelotas, e terá como tema "Matriz Produtiva - Atividade Diversificada, Renda Ampliada", que vai discutir as oportunidades e cenários para a cultura do arroz e alternativas para aumentar a rentabilidade da lavoura. Conforme o vice-presidente da Federarroz, Alexandre Velho, a escolha do local para a próxima edição passou por uma pesquisa com as empresas que tradicionalmente participam do evento. Informa também que a organização já está realizando melhorias no local. "A área da Embrapa já foi sistematizada e já foi colocado calcário para correção do solo. Estamos trabalhando fortemente na questão de estrutura e drenagem, além das melhorias do local. Pretendemos fazer um

Produtores querem redução no ICMS do arroz comercializado no RS

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Os produtores de arroz do Rio Grande do Sul vão solicitar ao Governo do Estado a redução temporária do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a comercialização do arroz em casca entre estados brasileiros. O objetivo da proposta é reduzir os percentuais de 12% para 7% e de 7% para 4%, dependendo do destino, pelo período de 90 dias, em um momento de final de colheita e de arroz no mercado. "A Metade Sul precisa dar um recado, não é possível pedirmos uma redução de imposto e ver que outros setores estão recebendo. Evidentemente que só o ICMS não vai resolver, mas ele pode atenuar sim. Se a indústria tiver desconto, ela vem buscar o produto aqui", destacou, em nota, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles. Dornelles alertou que, segundo estimativa da Federarroz, o custo de produção deve aumentar no mínimo 10%. Itens como os defensivos já estão 15% maiores. O economista chefe da

O uso de modelos de sistematização do solo em terras baixas terá Jornada Técnica, dia 25

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Embrapa e Trimble preparam programação que irá demonstrar os diferentes modelos e suas vantagens para o produtor de arroz A  Embrapa Clima Temperado (Pelotas,RS), em parceria com a Trimble, realizam no próximo dia 25 de abril, a partir das 9h, a Jornada Técnica Sistematização com declividade variada em terras baixas . A atividade voltada a produtores, acadêmicos, professores e técnicos ligados ao assunto quer oportunizar a apresentação de modelos de sistematização visando drenagem e irrigação com RTK. Os modelos irão demonstrar para o público presente quais são os seus benefícios, quando o produtor decide por eliminar a presença de "lagoas" na lavoura de arroz. Serão confirmados os resultados para possibilitar a eliminação de todas as depressões (lagoas) na lavoura; reduzir em até 30% o comprimento de taipas; reduzir em até 70% o movimento de solo; e reduzir em até 75% a profundidade de corte. Durante toda a apresentação dos modelos serão feitas as comparações com o

ARROZ/CEPEA: Com demanda enfraquecida, casca se desvaloriza

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O mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul tem apresentado lentidão, segundo indicam pesquisadores do Cepea. Apenas indústrias com necessidade de repor estoque estão presentes no mercado, dando preferência ao arroz depositado em seus armazéns. Demais beneficiadoras, incluindo as de outros estados, seguem trabalhando com estoque já adquirido. Esse cenário se deve ao fraco ritmo das negociações com os setores atacadistas e varejistas dos grandes centros consumidores. Do lado vendedor, também de acordo com informações do Cepea, alguns orizicultores disponibilizaram seus lotes, alguns de arroz “livre” (armazenado nas propriedades rurais), para esvaziamento e limpeza dos silos, para receber a nova colheita da safra 2017/18. Outros produtores seguem fora do mercado, atentos apenas ao manejo da lavoura. O Indicador do arroz em casca ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, fechou a R$ 37,13/saca de 50 kg nessa terça-feira, 16, recuo de 0,64% na parcial de janeiro (até o dia 16). Fonte: Cepea

ARROZ/CEPEA: Com baixa liquidez, Indicador registra leve queda

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O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresentou baixa liquidez neste início de ano, devido ao pouco interesse de compradores em efetivar novos negócios. Parte da indústria deu preferência para o arroz depositado nos próprios armazéns, enquanto outras trabalham com o estoque já adquirido. Do lado vendedor, alguns lotes de casca foram disponibilizados, por causa da necessidade de “fazer caixa”. O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, caiu leve 0,7% entre 2 e 9 de janeiro, fechando a R$ 37,13/sc de 50 kg nessa terça. Fonte: Cepea

ARROZ/CEPEA: Com maior consumo, preços podem se recuperar em 2018

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Após recuarem expressivamente em 2017, os preços do arroz em casca podem se recuperar neste ano. Segundo pesquisadores do Cepea, a possível melhora da economia em 2018 e a competitividade do cereal na cesta básica podem alavancar o consumo interno, estimado pela Conab em 12 milhões de toneladas (o maior desde 2012/13), o que reduziria os estoques de passagem. O ano safra 2017/18 deve começar em mar/18 com 1,5 milhão de toneladas em estoque, e a Conab estima importações de 1 milhão de toneladas entre mar/18 e fev/19. Desta forma, a disponibilidade interna deve superar 14 milhões de toneladas, ultrapassando os números da temporada 2016/17. Mesmo assim, a relação estoque/consumo deve diminuir. Se confirmada a expectativa de desvalorização do Real frente ao dólar em 2018, as vendas externas de arroz podem crescer, escoando parte da produção nacional. Assim, para 2018, é de se esperar que o preço médio do arroz em casca recupere parte das perdas ocorridas ao longo de 2017. Fonte: Cepea
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