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Lavoura de arroz apresenta custo de produção mais elevado em 2022

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  A Embrapa possui um amplo portfólio de cultivares de arroz irrigado por inundação ou por aspersão e de terras altas para serem cultivadas em diferentes localidades, tanto no Sul, no Centro-Oeste e Norte do país.   As projeções de produção e consumo de arroz para 2022, no entanto, mostram uma situação apertada para a lavoura de arroz no Brasil. Enquanto a produção esperada é de 11,4 milhões de toneladas, as estimativas são de que o consumo nacional ficará, também, em 11 milhões de toneladas; importaremos 1 milhão de toneladas e deveremos exportar outros 1,4 milhão de toneladas. Na projeção de área plantada de arroz realizada pelo pesquisador Alcido Wander, da equipe de socioeconomia da Embrapa Arroz e Feijão (GO) indica que deverá ocorrer redução de área nos próximos anos. A área de arroz vem caindo ano a ano, segundo a Conab, e no Rio Grande do Sul está estagnada ou com ligeira tendência de aumento. As adversidades climáticas (escassez de chuva na região Sul; excesso

Técnica dos ”qanats” - aquedutos - não é apropriada para a região Nordeste do Brasil

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Esquema de um “qanat”, com vários poços ao longo do percurso (montante para jusante).   A técnica dos qanats foi analisada pelo pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Marco Gomes, para comprovar se poderia ser aproveitada no Nordeste brasileiro. Os qanats são canais ou condutos de água (aquedutos) usados pelos povos antigos, principalmente do Oriente Médio (áreas desérticas), para levar água a lugares mais distantes e secos. Um qanat leva água por ação da gravidade a partir de um poço inicial perfurado em uma área mais elevada e que se conecta com vários poços perfurados e distribuídos ao longo de uma extensa área em declive (atendem assim a população distribuída ao longo do caminho) até chegar ao local ou ponto final desejado, considerado uma espécie de oásis ou alguma área irrigada (veja figura). Apesar de muito antigos, alguns desses canais ainda funcionam na Síria, Iraque, no Território Curdo, Turquia, Arábia Saudita entre outros. Na época (há 3.0

Irrigador Solar recebe patente e válvula para economia de água

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  Uma tecnologia simples, adotada dentro e fora do País, na Argentina, Colômbia, Angola, Moçambique, teve o pedido de patente concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), cinco anos e meio após a solicitação. Acionado pela luz solar, fornece água para irrigação de pequenas áreas de cultivo pelo método de gotejamento e deve ganhar válvulas de controle do fluxo d’água em breve.  “Estou trabalhando numa espécie de válvula de controle para que a água tenha um aproveitamento ainda mais eficiente. Essa válvula é acoplada à saída do Irrigador Solar, pois caso o solo esteja úmido e não precise de água, o aparelho fica impedido de liberar a água mesmo em plena iluminação solar. Com isto, o equipamento fica mais econômico e inteligente", explica o pesquisador Washington Melo, da Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP). “O irrigador solar é uma tecnologia simples e de baixo custo que deverá auxiliar os pequenos produtores a economizarem água e a aumen

Brasil avança em tecnologia de irrigação de precisão com uso de Internet das Coisas

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Pivô central de na região do Matopiba - Foto: Carlos Alberto Kamienski Uma pesquisa internacional financiada pela União Europeia e pelo governo brasileiro para o gerenciamento inteligente dos recursos hídricos na agricultura apresentou os primeiros resultados e eles são promissores para avanços em irrigação de precisão. A novidade é o uso de sensores e plataforma baseadas em  "internet das coisas" ( IoT ). A pesquisa, chamada SWAMP ( Smart Water Management Platform ), aplica métodos e tecnologias inovadoras com o objetivo de reduzir o consumo de água em atividades agrícolas, dando eficiência ao sistema e reduzindo perdas. Os primeiros resultados serão apresentados na conferência Metrologia para Agricultura e Florestas, durante sessão especial sobre Sensoriamento Sustentável para Gerenciamento de Água Inteligente na Agricultura. O MetroAgriFor será realizado em Trento, na Itália, em novembro deste ano. “O gerenciamento inteligente dos recursos hídricos é importa

ANA e Embrapa identificam forte tendência de crescimento da agricultura irrigada por pivôs centrais no Brasil

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A agricultura irrigada por pivôs centrais apresenta crescimento forte e persistente nas últimas décadas, e que se acelerou ainda mais a partir de 2010, chegando a uma área de 1,476 milhão de hectares em 2017, o equivalente a 2,5 vezes o território do Distrito Federal. A agricultura irrigada por pivôs centrais apresenta crescimento forte e persistente nas últimas décadas, e que se acelerou ainda mais a partir de 2010, chegando a uma área de 1,476 milhão de hectares em 2017, o equivalente a 2,5 vezes o território do Distrito Federal. Este total é 47 vezes maior que a área mapeada em 1985 e o triplo registrado no ano 2000, quando foram contabilizados respectivamente 31 mil e 490,5 mil hectares. Esta é uma das conclusões apontadas pelo Levantamento da Agricultura Irrigada por Pivôs Centrais no Brasil , produzido pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lançado em 4 de julho em Cristalina (GO). Área equipada e número de

A expansão do setor agrícola elevou o potencial para irrigação

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Com potencial para atingir 60 milhões de hectares, a área irrigada hoje no País, ocupa entre 6 e 7 milhões. Para os especialistas, um país nos moldes do Brasil, a estratégia para ampliar os números passa pela reinvenção do setor, o que envolve iniciativa privada, políticas públicas e gestão hídrica. “No Brasil, há regiões como o semiárido nordestino, que a irrigação é a principal fornecedora de água. Em outras, a irrigação é complementar, pois o regime de chuvas é satisfatório e a irrigação complementa quando há eventuais faltas. Entretanto, há países como Chile e Peru com oferta de água restritiva e gestão de água mais eficiente que a nossa. Gestão hídrica é um desafio”, aponta o pesquisador da Embrapa Danilton Flumignan (Dourados-MS). Ele afirma ao lado do professor da Unesp (Ilha Solteira-SP), Fernando Braz, que pesquisas na área já estão disponíveis. Entre os estudos está o monitoramento de áreas onde é possível implementar os sistemas de irrigação. Na região de Dourados, por

SIT amplia abrangência em prol da agropecuária de Minas

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A Semana de Integração Tecnológica (SIT) chega à sua 11ª edição com maior alcance e estabelecimento de novas parcerias. “Sempre pautada no diálogo, na troca de informações, a SIT foi inicialmente pensada para atender a região Central de Minas, mas este ano tomou uma dimensão que abrange todo o estado e recebe caravanas de diversos locais”, comenta Fredson Chaves, supervisor de Transferência de Tecnologias da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas, MG) e coordenador do evento. Fredson ressalta a importância da cooperação entre instituições para realizar as atividades da Semana. “A SIT não seria possível sem a parceria com a Epamig, a Universidade Federal de São João del-Rei e a Emater-MG. E, a cada ano, são construídas novas parcerias, para que as soluções tecnológicas cheguem aos produtores rurais e possam ser usadas em suas atividades agropecuárias.” A programação envolve cinco seminários técnicos, giros tecnológicos, mais de 30 cursos, além de oficinas e dias de campo sobre assuntos

Reuso de efluentes melhora eficiência de utilização da água na pecuária

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Por Gisele Rosso O manejo hídrico na pecuária é essencial para reduzir os potenciais impactos negativos na utilização dos recursos hídricos. O reuso é uma alternativa viável e uma forma de melhorar a eficiência da utilização da água, reduzindo a captação de fontes naturais e o gasto com energia elétrica. Para que o aproveitamento seja possível deve-se utilizar tecnologias de tratamento do efluente para garantir segurança sanitária e ambiental dos sistemas de produção e padrões de qualidade de acordo com o uso desejado. Segundo os pesquisadores Airton Kunz, da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC), e Gislaine Fongaro, da Universidade Federal da Fronteira Sul (Erechim-RS), a água de reuso pode ser destinada tanto para fins que exijam elevados padrões de qualidade quanto para usos menos nobres. No caso do potável, menos frequente, o efluente tratado pode ser utilizado para o abastecimento humano e consumo animal. Já para usos como irrigação de culturas agrícolas, fertirrigação, lavagem de
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