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Equilíbrio no Cavalo Campolina

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Quando admiramos um cavalo em liberdade, correndo, saltando, esbanjando nobreza e elegância, nem sempre imaginamos a relação existente entre os movimentos por ele executados e o equilíbrio necessário para fazê-lo. Decerto cavalos são criados em função do trabalho que produzem, através do movimento. E não será possível realizar trabalho em movimento, se não houver equilíbrio. O mesmo cavalo que podemos imaginar agora, tão elegante em liberdade, poderá ser visto com a mesma desenvoltura montado por um cavaleiro, desde que lhe seja preservado o equilíbrio. E digo isso porque, no momento que montamos um cavalo sobre seu centro de gravidade, nosso peso nele aplicado promove uma sobrecarga naquele ponto, sem, contudo, ser alterado seu equilíbrio. O equilíbrio estático presente no cavalo em estação será rompido, quando solicitamos do cavalo o “romper” para a frente. Deve-se buscar daí o equilíbrio dinâmico, para um deslocamento seguro e pleno. Além do apoio sobre a embocadura, do que fa

Extensão do pescoço no Cavalo Campolina

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A espécie equina é fruto de adaptações naturais, conforme exigências do meio ambiente. Suas características lhe conduzem à fuga, antes mesmo da aproximação do predador. Nada existe nos equinos que seja próprio para ser montado. Sua estrutura e força físicas suportam o peso do cavaleiro, sob condições nada naturais. E para ter melhor condição de trabalho sob a sela, o cavalo precisa se adaptar à uma postura, à qual damos o nome de atitude. Para se conseguir a atitude, algumas etapas de trabalho precisam ser executadas sequencialmente, e uma delas, que vamos falar aqui, é a Extensão do Pescoço. Numa explanação bastante superficial, e com terminologia nem tanto técnica, mas de fácil compreensão, podemos dizer que o cavalo apresenta basicamente três grandes grupos musculares no pescoço, responsáveis pelos movimentos de abaixar e elevar o pescoço, e consequentemente a cabeça, sendo eles os elevadores da base do pescoço, os extensores e os inversores. Naturalmente, o cavalo eleva e mantém e

Escore de Condição Corporal dos Equinos

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Foto: Kate A avaliação da gordura corporal de cavalos é importante para controle de programas nutricionais, planejamento de programas reprodutivos, prevenção de doenças metabólicas relacionadas à falta ou excesso de gordura, monitoramento de carga de trabalho e outros aspectos de manejo. Para ser utilizada na rotina a campo, uma metodologia de avaliação de gordura corporal deve ser simples, prática, com alta confiabilidade e repetibilidade. Dessa forma, cientistas elaboraram escores de condição corporal de equinos que utilizam a avaliação visual e a palpação de áreas específicas do corpo do cavalo relacionadas à deposição de gordura. No sistema de avaliação proposto por Carrol & Huntington (1988), considera-se a avaliação visual e palpação do acúmulo de gordura no pescoço, tronco (dorso lombo e costelas) e garupa. Este sistema adota uma classificação de 0 (animal muito magro) a 5 (animal muito gordo), acrescentando-se 0,5 pontos quando a garupa apresentar características de pontua

História do Cavalo Campolina

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Foto: Fazenda do Tanque História da Raça Em 1870, Cassiano Campolina, nascido em 10 de julho de 1836, na cidade de São Brás do Suaçuí, do termo de Entre Rios de Minas/MG, ganhou do Imperador D. Pedro II a égua Medéia. Ela estava prenhe de um garanhão Andaluz e desse acasalamento nasceu Monarca, cavalo que na fazenda do Tanque (, contribuiu decisivamente na formação da raça Campolina. Cassiano (foto) começou seu trabalho, objetivando criar cavalos de grande porte, ágeis, resistentes e de beleza inigualável. Para isso, cruzou e selecionou raças de cavalo tais como, Puro Sangue Inglês, Anglo-Normando e animais de origem Ibérica. Em 1904, após anos trabalhando firme em seu propósito, faleceu Cassiano Campolina em Entre Rios de Minas. Coube a um de seus herdeiros, o Tenente Coronel Joaquim Pacheco de Resende e sua família, cumprir o seu legado, criando, selecionando e aperfeiçoando a raça Campolina. Na década de 30 foi criado o Consórcio Profissional Cooperativo dos Criadores da Raça Campo

Como prevenir e tratar a Gripe nos Marchadores

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Foto: Henrique Ribas Independente da estação do ano, a Gripe é uma doença que preocupa criadores. Assim como nos humanos ela também é comum nos equinos. E além de ser recorrente no inverno, a gripe também ocorre com frequência no outono. A Influenza Equina é popularmente conhecida como Gripe Equina. Animais jovens são mais suscetíveis a adoecer, principalmente, até os dois anos de idade, pela fraca imunidade. Segundo Renata Maranhão, professora da Escola de Medicina Veterinária da UFMG, o contágio pode ocorrer pelo ar, por meio de aerossóis, por contato direto ou por meio de secreções (nasais, saliva, etc) deixadas em comedouros, bebedouros e outros locais. “Por isso, o transporte por longas distâncias, ambientes pouco arejados, mudanças bruscas de temperatura e aglomerações de animais de origens diversas são importantes fatores predisponentes ao contágio e desenvolvimento da doença”, afirma a especialista. É bom ficar alerta aos sintomas apresentados pelos animais, como explica Re
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