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Abate de suínos e frangos cresceu no quarto trimestre de 2020

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Foto: Wenderson Araújo/Trilux   Os primeiros resultados da produção animal no quarto trimestre de 2020 mostram que o abate de bovinos caiu 10,3%, o de suínos aumentou 1,6% e o de frangos teve alta de 5,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019. Os dados são da Estatística da Produção Pecuária: Primeiros Resultados, divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, o abate de bovinos e suínos caiu 5,8% e 4,7%, respectivamente, e o de frangos cresceu 2,5%. Abate de bovinos No quarto trimestre de 2020, foram abatidas 7,25 milhões de cabeças de bovinos, 10,3% a menos em comparação ao mesmo período de 2019 e uma redução de 5,8% em relação ao terceiro trimestre de 2020. A produção de 1,96 milhão de toneladas de carcaças bovinas mostra queda de 6,5% em relação ao quarto trimestre de 2019 e diminuição de 4,6% em relação ao terceiro trimestre de 2020. Abate de suínos e de frangos Já o abate de

Custos de produção de frangos de corte e de suínos já subiram mais de 6% em 2020

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Os custos de produção de frangos de corte e de suínos calculados pela   CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa , tiveram uma forte alta no mês de março, acumulando 4,17% e 2,96%, respectivamente, na comparação com fevereiro. O ICPFrango de março chegou aos 247,20 pontos, o maior valor nominal desde que o índice foi criado em 2011. Apenas nos três primeiros meses deste ano, o acumulado já chega a 6,82%. Apenas os gastos com a nutrição dos animais subiram 4,86% em março. Com isso, o custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná passou dos R$ 3,07 em fevereiro para R$ 3,19 em março. Já o ICPSuíno foi aos 254,18 pontos em março, continuando a alta registrada mensalmente desde outubro de 2019. Este também é o maior valor nominal do ICPSuíno desde a sua criação. Em 2020, o índice acumula alta de 6,34%. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina passou dos R$ 4,32 em fevereiro para R$ 4,44 em março,

Arábia Saudita habilita 25 exportadores brasileiros de carne de frango

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A Arábia Saudita habilitou 25 estabelecimentos brasileiros, localizados em distintas regiões do país, como exportadores de carne de frango para aquele país. A autorização é resultado de uma missão de especialistas sauditas que veio ao Brasil há três meses e visitou frigoríficos, fazendas e fábricas de ração. Os 25 estabelecimentos comerciais responderam, no ano passado, a 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita. Ontem (21) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tomou conhecimento do relatório publicado pelo serviço sanitário da Arábia Saudita. De acordo com a assessoria de imprensa do Mapa, o relatório está sendo examinado para que os estabelecimentos sejam informados, em detalhes, sobre as recomendações encaminhadas pelos sauditas.   Fonte: Agência Brasil

FRANGO: Poder de compra segue pressionado neste início de 2019

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Dentre os desafios enfrentados pelo setor de avicultura de corte no correr de 2018 esteve a alta nos preços dos insumos da alimentação (milho e farelo de soja), que resultou em diminuição no poder de compra do produtor de frango vivo, uma vez que os valores do animal não subiram na mesma intensidade. De acordo com pesquisas do Cepea, neste início de 2019, o cenário não é diferente. As recentes baixas nos preços do animal vivo estão atreladas à demanda enfraquecida por carne, tendo em vista que, na época das festas de final de ano, a procura acaba sendo mais aquecida para outras proteínas, como a bovina e suína. Com isso, a liquidez no mercado de cortes de frango esteve fraca, conforme analisam pesquisadores do Cepea, limitando a demanda de frigoríficos por novos lotes de animais vivos. Fonte: Cepea

IMA certifica primeira granja de frango caipira

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) certificou recentemente a primeira granja no estado com o selo do Programa Certifica Minas Frango Caipira, ave que faz parte da tradição culinária de Minas, iniciada ainda na época da colonização. O frango caipira é uma ave rústica, de crescimento lento e resistente ao clima tropical. Seu principal diferencial em relação às demais aves é que a criação oferece baixo custo ao produtor, pois ele pode aproveitar a infraestrutura de sua propriedade, adaptando as exigências sanitárias. O IMA é o primeiro órgão de defesa agropecuária do Brasil a fazer essa certificação. A portaria do Instituto que instituiu o programa, de nº 1833, foi publicada em 4 de julho de 2018, com o objetivo de promover a produção segura dessa ave a com a adoção de normas sanitárias. A granja certificada está instalada no município de Lagoa da Prata, região centro-oeste de Minas Gerais, possui dois hectares e investiu perto de R$ 20 mil na adequação das instalações. A prop

FRANGO: Segunda quinzena pressiona valores da carne no Sudeste

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As cotações da carne de frango estão em queda, principalmente no Sudeste, de acordo com pesquisadores do Cepea. Após o período de recebimento de salários, a cotação da proteína em altos patamares retraiu o consumo. De 18 a 25 de outubro, o preço do frango inteiro na Grande São Paulo recuou 1% para o produto congelado e 1,1% para o resfriado, a R$ 4,23/kg e a R$ 4,21/kg na quinta-feira, 25, nessa ordem. Em Pará de Minas (MG), o frango inteiro congelado teve desvalorização de 0,6% enquanto o valor do produto resfriado registrou queda de significativos 2,2%.  Fonte: Cepea

FRANGO: Menor produção sustenta valor do pintainho em 2018

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Os preços do pintainho de corte neste segundo semestre estão se mantendo em patamares superiores aos verificados na primeira metade do ano, devido, principalmente, à redução da produção. Segundo dados da Apinco (Associação Brasileira dos Produtores de Pintos de Corte), de janeiro a agosto deste ano, foram produzidas cerca de 4 bilhões de cabeças de pintainhos, 3,5% a menos que no mesmo período de 2017 (4,15 bilhões de cabeças). Segundo pesquisadores do Cepea, além das estratégias traçadas pelo setor, a menor produção de pintainhos em 2018 também pode estar associada ao crescimento das exportações brasileiras de ovos férteis. Dados da Secex mostram que, de janeiro a agosto de 2018, foram embarcadas 10 mil toneladas de ovos férteis, contra 7,6 mil toneladas no mesmo período do ano anterior, alta de expressivos 32%. A menor produção de animais, por sua vez, tem resultado em alta nas cotações dos pintainhos. No estado de São Paulo, uma unidade de pintainho de corte foi c

FRANGO/CEPEA: Vendas das carne diminuem e afetam preço do vivo

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As cotações da carne de frango continuam em queda, com a demanda enfraquecida devido às férias e a maiores despesas da população, de acordo com informações do Cepea. Apesar disso, a competitividade desta proteína caiu frente às principais concorrentes, bovina e suína, porque os valores das carnes bovina (traseiro) e suína têm registrado recuos ainda mais intensos que os verificados para o frango. O desaquecimento das vendas da carne, por sua vez, reduz as compras de animais por parte de frigoríficos, resultando em quedas também no preço ao produtor e em animais mais pesados nas granjas. Fonte: Cepea

FRANGO/CEPEA: Com fraca demanda, cotações seguem estáveis

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As cotações da carne de frango, que vinham em queda, principalmente no Sudeste, região mais voltada ao abastecimento do mercado doméstico, ficaram estáveis entre 4 e 11 de janeiro. Apesar disso, o cenário de demanda enfraquecida, segundo colaboradores do Cepea, ainda permanece. Na Grande São Paulo, o valor do frango inteiro resfriado fechou a R$ 3,50/kg nessa quinta, 11, estável (-0,1%) frente ao dia 4. Quanto ao mercado de cortes da capital paulista, a baixa nos preços atinge a maioria dos produtos acompanhados pelo Cepea. Fonte: Cepea

FRANGO/CEPEA: Exportação será crucial para absorver excedente doméstico em 2018

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Cálculos do Cepea indicam que a produção brasileira de carne de frango pode crescer 3,34% em 2018 frente ao ano anterior. A demanda, por sua vez, deve aumentar menos, entre 1,32% e 1,57%, o que indica que o Brasil deve gerar excedente de carne de frango em 2018. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário mostra que, novamente, o setor vai depender fortemente das exportações e reforça a necessidade de a avicultura nacional seguir cumprindo os requisitos sanitários exigidos por importantes demandantes internacionais. Quanto ao escoamento no mercado doméstico, a competitividade da carne de frango mais elevada – em decorrência dos preços mais baixos em 2017 – pode aquecer o consumo nacional. Além disso, a possível recuperação da economia e a melhoria de outras variáveis macroeconômicas em 2018 tendem a favorecer a demanda interna, à medida que eleva o poder aquisitivo da população. Fonte: Cepea

Ações para prevenir doenças no plantel impulsionam a avicultura mineira

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Medidas de biosseguridade adotadas pelas granjas, com o apoio do Governo de Minas Gerais, ajudam a alavancar o setor A adoção de medidas que previnem o surgimento de doenças no plantel avícola, sobretudo da influenza aviária, também tem contribuído para alavancar a avicultura em Minas Gerais. Um frigorífico de São Pedro dos Ferros, no Território Caparaó, é exemplo disso. A empresa, que há três anos comercializava apenas espetinhos de frango, fabrica hoje 30 produtos diferentes, duplicou sua capacidade produtiva e já tem planos para exportar. Cuidados sanitários foram decisivos para o salto. O resultado se deve, em boa parte, à fiscalização rigorosa feita pelo frigorífico nas granjas parceiras. “Isso contribui para a melhoria da qualidade do produto. Hoje, só fechamos contratos com empresas que seguem as medidas de biosseguridade. Ampliamos a planta e estamos aguardando a aprovação de uma licença para aumentar ainda mais a produção e, assim, vender para o mercado externo”, af
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